Publicado por: noticiasdesiao | 28 de novembro de 2016

ESTADO ISLÂMICO TENTA ATACAR ISRAEL

TODOS OS PRETENSOS INVASORES ESTÃO MORTOS

Em relação ao Estado Islâmico, o malfadado Daesh, não há outra alternativa: é atirar antes e perguntar depois. Se vão ou não responder é problema deles.

golan-border-israel
Forças de Defesa de Israel atuando na fronteira junto às Colinas do Golã

O exército israelense respondeu a altura a um ataque contra uma de suas patrulhas estacionadas na região das Colinas do Golã.

Pelo menos quatro terroristas foram mortos após terem aberto fogo contra a patrulha israelense na noite do último sábado.

Os quatro terroristas pertenceriam às brigadas de Yarmouk, uma organização síria que prestou recentemente juramento de fidelidade ao Estado Islâmico.

Poucas horas depois do ataque, já na madrugada do domingo, as Forças de Defesa de Israel localizaram a posição do inimigo, um antigo edifício da ONU, e bombardearam a base aniquilando os terroristas.

Num comunicado, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enfatizou: “Estamos bem preparados na nossa fronteira norte, e não vamos permitir que nem o grupo Estado Islâmico nem qualquer outra facção armada se estabeleça de forma permanente nas imediações das nossas fronteiras.”

No passado dia 9, aviões da Força Aérea já haviam bombardeado a zona síria de Tel Shaar em resposta ao lançamento de rockets sobre o território israelense.

Em relação ao Estado Islâmico, o malfadado Deash, não há outra alternativa: é atirar antes e perguntar depois. Se vão ou não responder é problema deles.

ANDS | FDI PRESS | EURONEWS

Publicado por: noticiasdesiao | 28 de novembro de 2016

DONALD TRUMP INDICA GOVERNADORA EVANGÉLICA PARA A ONU

NIMRATA RANDHAWA É FILHA DE IMIGRANTES INDIANOS E FERRENHA DEFENSORA DE ISRAEL

Depois da indicação do negro Ben Carson, filho de uma faxineira, para um dos cargos mais importantes da estrutura organizacional do seu governo, Donald Trump surpreende seus detratores nomeando agora uma mulher, oriunda de uma família de imigrantes indianos, para um dos cargos mais sensíveis da sua política externa. Ambos são evangélicos e ambos defendem Israel.

nikki-haley-un-ambassador
Nimrata “Nikki” Randhawa Haley será a Embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas

TESTEMUNHO EM LIVRO

Ao longo da campanha eleitoral que o levou à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump sempre deixou clara a sua posição a favor de Israel. Também fez questão de cercar-se de assessores cristãos que mantinham a mesma postura. Agora que começa a montar sua equipe, Trump já indicou dois cristãos proeminentes para compor o seu governo.

Depois de escolher o neurocirurgião Ben Carson para a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Humano, Trump convidou agora a governadora da Carolina do Sul, Nimrata Randhawa, para ser a Embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas.

Nimrata “Nikki” Randhawa Haley, de 44 anos, é filha de imigrantes indianos praticantes da religião Sikh, que converteu-se ao cristianismo e é hoje membro ativo da Igreja Metodista Unida nos Estados Unidos.

Nimrata Randhawa deixou a religião Sikh ainda na adolescência e descreveu estas e outras experiências na autobiografia “Can’t Is Not an Option: My American Story”.

nikki-haley-cant-is-not-an-option

NIMRATA RANDHAWA REPRESENTA QUEM REALMENTE É DONALD TRUMP

Além de opositora do aborto, Nimrata Randhawa é contra o excesso de leis que que visam dar privilégios especiais às comunidades LGBT.

Ferrenha defensora do Estado de Israel, foi a primeira governadora a criar uma legislação específica para combater o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), movimento que estimula as pessoas a não comprarem produtos feitos em Israel ou por companhias que tenham fábricas naquele país.

Nimrata opôs-se às políticas de Barack Obama para o Oriente Médio e fez severas críticas à forma como a Casa Branca lidou com a questão nuclear iraniana.

Com esta indicação, Nimrata Randhawa torna-se a primeira mulher e a primeira representante de uma “minoria” a ser nomeada para a administração Donald Trump.

No comunicado oficial, o próximo presidente dos Estados Unidos destacou que “ela será uma grande líder para nos representar no palco mundo.”

Após o anúncio, Danny Danon, embaixador de Israel na ONU elogiou a escolha e Riyad Mansour, representante palestino, criticou a nova embaixadora dizendo que ela é reconhecidamente pró-Israel.

Em janeiro de 2017 Nimrata Randhawa terá a oportunidade de influenciar a posição norte-americana na ONU, pois estão previstas votações de uma série de resoluções contra Israel.

Trata-se de um duro golpe para o lobby árabe que vem tentando criar formas de forçar o reconhecimento da Palestina como uma nação independente e também de dividir a cidade de Jerusalém.

NIMRATA RANDHAWA EM IMAGENS

nikki-haley-church

APOIADORA DAS COMUNIDADES NEGRAS – Nimrata Randhawa manifestando seu apoio à Igreja Episcopal Emanuel, em Charleston, após o massacre que vitimou nove dos seus membros, incluindo o pastor. Todos eram negros.

nikki-haley

COMBATENDO A SEGREGAÇÃO – Nimrata Randhawa assinando um projeto de lei que removia a bandeira da Batalha dos Confederados, um símbolo da segregação entre negros e brancos, dos prédios públicos do seu Estado.

nikki-haley-and-michael-haley

PATRIOTA – Nimrata Randhawa abraça o marido, o Capitão Michael Haley, quando este retornava da frente de batalha no Afeganistão em 2013.

ANDS | NYT | ESTADO DE ISRAEL

Publicado por: noticiasdesiao | 25 de novembro de 2016

A INTIFADA DO FOGO

TERRORISTAS PALESTINOS PROVOCAM ATENTADOS COM INCÊNDIOS

Um homem de 24 anos foi preso nesta sexta-feira por suspeita de incitar pessoas a provocarem incêndios. Neste momento já são 12 os detidos por suspeitas de crimes semelhantes. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu tratar os incendiários como “terroristas”.

israel-is-burning-haifa
Homem observa incêndio na cidade de Haifa

O suspeito preso nesta sexta-feira, um beduíno do sul de Israel, foi o primeiro a ser detido por incitação, uma vez que postou mensagens no Facebook conclamando inimigos de Israel a iniciarem incêndios. Grande parte dos demais presos foram detidos após atitudes suspeitas nas proximidades dos locais de incêndios ou porque foram flagrados pelas câmaras de segurança, conforme pode ser visto no vídeo abaixo.

A polícia também prendeu uma segunda pessoa nesta sexta-feira, também por suspeita de iniciar um incêndio que destruiu pelo menos 10 casas na aldeia de Beit Meir nas colinas de Jerusalém durante a noite passada.

“Embora existam condições climáticas para os incêndios, acreditamos que há incendiários agindo”, disse o chefe da polícia de Jerusalém Yoram Halevy à Rádio do Exército após a primeira prisão

Entre os presos estão seis residentes do norte do país, homens que a agência de segurança Shin Bet e a polícia acreditam que são responsáveis por iniciar alguns dos incêndios mais devastadores na região de Haifa, provocando a evacuação de 75.000 pessoas e a destruição de mais de 600 casas.

Segundo o jornal The Times of Israel, o ministro das Finanças Moshe Kahlon visitou a região atingida e autorizou, de imediato, o adiantamento de recursos para as pessoas que ficaram sem abrigo e sem dinheiro: “Sobre lugares para dormir, eu disse ao prefeito e a outros funcionários em todo o país, que eles não se preocupem com verbas nem com a burocracia, apenas trabalhem. A preocupação imediata deve ser encontrar soluções para os moradores “, disse o ministro ao site de notícias Walla.

israel-is-burning-map
Mapa aponta os principais focos de incêndios nesta sexta-feira em Israel

Grande parte dos responsáveis pelos incêndios até agora presos são de origem palestina, mas o homem detido na manhã desta sexta-feira é um beduíno de Rahat, uma pequena cidade do Sul de Israel. Na tarde de hoje ele deverá ser apresentado no tribunal da cidade de Beersheba.

Fundada em 1972, Rahat é uma das mais novas cidades de Israel, sua população é majoritariamente beduína e, paradoxalmente, o nome Rahat significa “calma, conforto”, em hebraico.

O site de notícias Ynet News informou que o homem preso é filho de um proeminente líder do Movimento Islâmico e a postagem no Facebook dizia: “Ainda há florestas onde o fogo não chegou, precisamos que nossos jovens loucos façam o que é necessário.”

Nesta quinta-feira, 24, Benjamin Netanyahu afirmou que tais incendiários devem ser tratados como aquilo que são, “terroristas”, e prometeu que medidas severas serão tomadas contra eles. “Cada incêndio ou qualquer incitação a incêndios é terrorismo”, disse Netanyahu aos repórteres presentes numa entrevista coletiva na cidade de Haifa. “Qualquer um que tentar queimar partes do Estado de Israel será punido severamente”, concluiu a premiê.

Enquanto isso, a hashtag “Israel Está Queimando” assumiu o terceiro lugar nas “trendings tags” em língua árabe no microblog Twitter, numa demonstração de que os inimigos de Israel estão a comemorar a tragédia que hora presenciamos.

hashtag-israel-is-burning-twitter
Árabe saudita comemora incêndios no Twitter

hashtag-israel-is-burning
Hashtag Israel Está Queimando é a terceira mais usada pelos árabes

Shmuel Eliyahu, o principal rabino da cidade de Tzfat, na Galileia, disse que se algum membro da sua comunidade presenciar pessoas iniciando incêndios, que devem atirar nos mesmos. Na manhã de hoje, Yael German, ex Ministra da Saúde e atualmente representando do partido Yesh Atid no Kenesset, pediu ao procurador-geral Avichai Mandelblit que tome medidas contra o rabino para evitar que os episódios dos incêndios provocados não acabem por incitar mais violência ainda.

Enquanto os inimigos de Israel destilam ódio e incentivam incêndios, as autoridades israelenses procuram manter os pés no chão e as mãos na lei.

ALGUMAS IMAGENS DOS INCÊNDIOS

israel-is-burning-airplane-fighting-fire
Aviões de diversos países, inclusive árabes, estão a ajudar no combate às chamas.

israel-is-burning-police-helping-seniors
Policial ajuda na evacuação de um lar de idosos


Pessoas fogem das chamas numa rua de Haifa

ANDS | TIMES OF ISTAEL | WALLA | YNET NEWS

Publicado por: noticiasdesiao | 23 de novembro de 2016

ESTADO ISLÂMICO EM PORTUGAL

ESTADO PORTUGUÊS PAGAVA MILITANTE DO ISIS

daesh-europa

Um terrorista do Estado Islâmico (ISIS) foi detido na França numa casa onde foram apreendidas várias armas. Ao rastrearem sua entrada na Europa descobriu-se que ele viveu como refugiado político em Portugal onde recebia apoio financeiro do Estado através da Segurança Social.

O Jornal de Notícias, um diário de Lisboa, apurou que o homem, de 26 anos, chegou a Portugal em 2013, pedindo o estatuto de asilado político sob o argumento de que seria perseguido em Marrocos.

Por ocasião da chegada a Portugal, Hicham el Hanafi foi acolhido na Fundação CESDA – Centro Social do Distrito de Aveiro em Paço, Esgueira, onde se beneficiava de alojamento, alimentação e acompanhamento social. Além disso, recebia ainda 190 euros, o equivalente a 680 reais, “para pequenos gastos”.

Em Junho de 2014, o extremista foi considerado “autônomo” e portanto, em condições de sair da instituição. Nessa altura alugou um quarto com um amigo, um outro refugiado, passando a receber 250 euros (980 reais) da Segurança Social.

O jornal português revelou ainda que Hicham el Hanafi chegou a pedir o Rendimento Social de Inserção, uma verba fixa mensal do Governo português, mas que teve o seu pedido negado.

Segundo o que se apurou até agora, o suspeito de terrorismo era o responsável na Europa pela angariação de recursos financeiros para a célula do Estado islâmico a que pertencia, conforme apontou outro jornal português, o Correio da Manhã.

Com essa tarefa em mãos, Hicham el Hanafi viajou por vários países europeus e chegou a tentar entrar no Reino Unido com um passaporte falso.

Uma fonte da Polícia Judiciária revelou que Hanafi “utilizava Portugal como base e ponto de passagem para circular pela Europa” e que “nunca foram recolhidos indícios de atividade criminosa ligada ou não ao terrorismo que justificasse uma detenção”.

Pouco a pouco, e sob a capa de refugiados políticos, diversos elementos ligados ao Estado Islâmico e outras facções muçulmanas, estão invadindo a Europa.

ANDS | ZAP | JN | CM

Publicado por: noticiasdesiao | 22 de novembro de 2016

VANDALISMO ANTISSIONISTA ATACA NA EUROPA

RESTAURANTE É VANDALIZADO PORQUE CHEF PARTICIPOU DE EVENTO EM ISRAEL

O final de semana foi tenso em diversas cidades europeias e particularmente sangrento na Cidade do Porto. Não literalmente “sangrento”, mas sim simbolicamente sangrento.

cantinho-do-avillez-vandalizado-1
Chef foi para Tel Aviv e seu restaurante amanheceu vandalizado

Tinta vermelha e papéis colados na porta do restaurante Cantinho do Avillez no Porto, a maior cidade do norte de Portugal, acusando o José Avillez de “colaborar com a ocupação sionista”. Foi desta forma que movimentos pró-palestinos reagiram à presença do badalado chef português no festival Round Tables que acontece em Israel até o próximo dia 26. A direção do restaurante, que tem sete unidades distribuídas entre Lisboa e Porto, evitou comentar o ataque.

round-tables-tel-aviv-2016Avillez foi um dos treze convidados de vários restaurantes internacionais para cozinhar em Tel Aviv e regressou este domingo a Portugal depois de uma semana no restaurante anfitrião Nithan Thai. Desde que foi anunciada a ida a Israel que Avillez começou a receber pressões, através de e-mails e das redes sociais, para boicotar o festival. Os protestos não visaram apenas Avillez – todos os chefs presentes foram alvo de pressões semelhantes por terem decidido participar nesta segunda edição do Round Tables.

Segundo o jornal “The Times of Israel”, os autores do protesto são ativistas do movimento Boycott, Disinvestment and Sanctions (BDS). No seu site, o BDS explica que o festival gastronômico “tenta disfarçar a violenta repressão dos direitos humanos dos palestinos por parte de Israel”. Em alguns restaurantes, como o Musket Room de Nova Iorque, Maruja Limón de Vigo e L’Ami Jean de Paris aconteceram manifestações na porta dos estabelecimentos.

round-tables-tel-aviv
Evento internacional acontece pela segunda vez em Tel Aviv

Yair Bekier, um dos organizadores do Round Tables (que é uma iniciativa privada patrocinada pelo American Express e em parceria com os ministérios israelenses dos Negócios Estrangeiros e Turismo e a Câmara de Tel Aviv) disse ao jornal PÚBLICO de Portugal que no ano passado, na primeira edição, dos 300 restaurantes de todo o mundo que contactou “290 disseram que não”. Apesar disso, o Round Tables que começou com sete chefs convidados, este ano contou com a presença de 13, envolvendo cozinheiros de maior projeção internacional.

Em Portugal os protestos foram coordenados pelos grupos Associação Abril, Colectivo Mumia Abu Jamal, Comité de Solidariedade com a Palestina, Conselho Português para a Paz e Cooperação, Grupo Acção Palestina, MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente e SOS Racismo.

cantinho-do-avillez-vandalizado-2
Vandalismo na baixa da Cidade do Porto

cantinho-do-avillez-vandalizado-3
Tinta vermelha nas paredes e cartaz ameaçador na porta

cantinho-do-avillez-vandalizado-4
Clientes foram surpreendidos com prédio vandalizado

Um outro movimento que apoiou os protestos e assinou as cartas conclamando ao boicote foi o grupo “Panteras Rosa”, cujos membros, majoritariamente compostos por gays e lésbicas, se apresentam como defensores de uma “Frente de Combate à Lesbigaytransfobia”. Ironicamente, este é um grupo que seria bem-recebido em qualquer um dos restaurantes de Tel Aviv que fizeram parte do Round Tables, mas é completamente improvável que qualquer um dos seus integrantes conseguisse caminhar livremente pelas ruas de Ramallah, na sua (deles) querida “Palestina”.

liliyot-tel-aviv

VERDADEIROS DIREITOS HUMANOS 1 | Negros, árabes e jovens em recuperação fazem parte da equipe de funcionários do Liliyot, um dos restaurantes israelenses participantes do Round Tables. O restaurante representa na prática tudo aquilo que seus críticos dizem representar na teoria.

lami-jean-paris

VERDADEIROS DIREITOS HUMANOS 2 | Restaurante L’Ami Jean, em Paris, mantém uma equipe multirracial de colaboradores, um exemplo de tolerância que acabou por ser vítima exatamente do oposto: dos intolerantes inimigos de Israel.

APOIO, INVESTIMENTO & COOPERAÇÃO (AIC)

Numa resposta aos movimentos que propagam “Boicote, Desinvestimentos & Sanção” (BDS), a Notícias de Sião propõe a criação de um movimento contrário, visando justamente o “Apoio, Investimento & Cooperação” (AIC).

Para isso, pedimos aos nossos leitores que entrem nas páginas das redes sociais dos restaurantes atingidos e manifestem seu apoio e sua solidariedade. O autor deste blog iniciará o movimento utilizando os textos que se encontram logo a seguir. O primeiro texto será encaminhado para o chef do restaurante português vandalizado no Porto e o segundo para os demais chefs dos outros restaurantes envolvidos no evento de Tel Aviv.

Incentivamos todos os leitores do Noticias de Sião, e todos aqueles que amam e defendem Israel, a enviar manifestações parecidas ou cópias das redações abaixo.

MANIFESTO 1 | “Repudio o protesto e as pressões sofridas pelos senhores por participarem do Round Tables em Tel Aviv. Os senhores têm o meu apoio e a minha solidariedade. Parabéns pela coragem de enfrentar um grupo tão insignificante de manifestantes. Saibam que muitas pessoas estão a apoiá-los!”

MANIFESTO 2 | “I repudiate the protest and the pressures you have suffered for participating in the Round Tables in Tel Aviv. You have my support and my solidarity. Congratulations on your courage to face such an insignificant group of protesters. Please be aware there are many people supporting you!”

round-tables-tel-aviv-chefs
Todos os chefs participantes do Round Tables Tel Aviv 2016 – No canto superior direito está o chef José Avillez responsável pelo restaurante vandalizado no Porto.

CLIQUE NOS LINKS ABAIXO PARA CHEGAR ÀS PÁGINAS DOS CHEFS NO FACEBOOK

Chef Manish Mehrotra, do restaurante Indian Accent, em Nova Delhi.
Chef Yuval Ben Neriah, do restaurante Taizu, em Tel Aviv.
Chef Stéphane Jégo, do restaurante L’ami Jean, em Paris.
Chef Hillel Tavakulli, do restaurante Pastel, em Tel Aviv.
Chef Javier Goya, do restaurante Triciclo, em Madrid.
Chef Victor Gloger, do restaurante Chloélys, em Ramat Gan.
Chef Diego Muñoz, do restaurante Diego Muñoz, em Lima.
Chef Haim Cohen, do restaurante Yaffo Tel-Aviv, em Tel Aviv.
Chef Jeremy Ford, do restaurante Matador Room, em Miami.
Chef Shaul Ben Adereth, do restaurante The Blue Rooster, em Tel Aviv.
Chefs Rafael Centeno Móyer e Inés Abril, do restaurante Maruja Limón
Chef Yonatan Berrebi, do restaurante Liliyot, em Tel Aviv.
Chef Chef Matt Lambert, do restaurante The Musket Room, em Nova York.
Chef Aviv Moshe, do restaurante Quattro, em Tel Aviv.
Chef Jose Avillez, do restaurante Cantinho do Avillez, no Porto.
Chef Shahaf Shabtay, do restaurante Nithan Thai, em Tel Aviv.
Chef Thorsten Schmidt, do restaurante Malling & Schmidt, de Risskov.
Chef Uri Steinberg , do restaurante do Hotel Montefiore, em Tel Aviv.
Chef Francesco Gasbarro, do restaurante La Bottega, em Genebra.
Chef Barak Aharoni, do restaurante The Norman, em Tel Aviv.
Chef David Thompson, do restaurante Nahm, de Bangcok.
Chef Yariv Malili, da Thai House, em Tel Aviv.
Chef Karlos Ponte, do restaurante Taller, de Copenhague.
Chef Orel Kimchi, do restaurante Popina, em Tel Aviv.

ANDS | TIMES OF ISRAEL | PÚBLICO | LUSA

Publicado por: noticiasdesiao | 20 de novembro de 2016

COCA-COLA SELFIE BOTTLE

EM ISRAEL ATÉ A GARRAFA DE COCA-COLA FAZ SELFIES

Disponível em Israel, a ‘Selfie Bottle’ conta com uma câmera na base da garrafa que é acionada automaticamente quando fica num ângulo de 70º.

coca-cola-israel-selfie-bottle

Em Israel, uma garrafa de Coca-Cola já não é simplesmente uma garrafa de Coca-Cola. A empresa anunciou nesta semana a “Selfie Bottle”, uma garrafa que tira selfies das pessoas enquanto elas bebem o refrigerante, diretamente do gargalo. Com esta iniciativa, a empresa aposta as suas fichas nos usuários de redes sociais, que geralmente são os mais adeptos deste estilo de fotografia.

De acordo com a empresa, o dispositivo é acionado automaticamente quando a garrafa está inclinada em um ângulo de 70º — ou seja, quando está bebendo refrigerante diretamente do gargalo. Após tirar as fotografias, as imagens são enviadas para as redes sociais do usuário, como o Snapchat, Facebook ou Instagram. Basta sincronizar o dispositivo com o celular por meio do Bluetooth.

Por enquanto, a iniciativa está restrita ao festival Coca-Cola Summer Love, onde a empresa distribuiu milhares de “selfie bottles”.

ANDS | AGÊNCIA ESTADO

Publicado por: noticiasdesiao | 14 de novembro de 2016

HALLELUJA

LEONARD COHEN E AS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL

O Yom Kippur de 1973 caiu no dia 6 de outubro e naquele dia, enquanto os judeus em Israel estavam recolhidos em suas casas ou orando nas suas sinagogas, a Síria, o Egito e o Iraque atacaram covardemente o Estado hebraico através das fronteiras do Norte e do Sul.

Nesse dia, Leonard Cohen estava se apresentando na ilha de Hydra, na Grécia. Ao saber dos ataques, Cohen cancelou todos os concertos e voou para Israel. Na Terra Santa fez concertos particulares para os soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) e depois passou a visitar os hospitais para consolar os feridos.

No Deserto do Sinai, no front de batalha junto aos soldados das IDF, Leonard Cohen esboçou uma canção cujo poema dizia em certa parte: “E que o espírito desta canção / Possa levantar-se puro e livre / Que seja um escudo para ti / Um escudo contra o inimigo.” Tempos depois, os versos acabaram incluídos numa das suas mais populares composições, “Lover, lover, lover”.

Num tributo a este verdadeiro amigo, alguém que deixou tudo de lado apenas para apoiá-los, os soldados das Forças de Defesa de Israel gravaram uma versão especial da sua mais popular composição: Halleluja.

Simplesmente emocionante!

Publicado por: noticiasdesiao | 9 de novembro de 2016

COM TRUMP A IDEIA DE UM ESTADO PALESTINO ACABOU

MINISTRO DA EDUCAÇÃO DE ISRAEL VIBRA COM A VITÓRIA DE DONALD TRUMP

Naftali Bennett
Naftali Bennett discursando numa escola bíblica de Israel

A vitória de Donald Trump significa que os palestinos podem esquecer a ideia de dividir Israel. A opinião foi manifestada na manhã de hoje, após o resultado das eleições nos Estados Unidos.

Com Trump os árabes dos territórios israelenses ocupados jamais terão um Estado próprio, afirmou Naftali Bennett. Segundo o Ministro da Educação do Estado de Israel, é o fim da ideia de “solução de dois Estados” dentro do território israelense.

O religioso Naftali Bennett, um dos ministros mais carismáticos junto aos colonos radicado nas aldeias da Judeia e da Samaria, divulgou uma nota dizendo que com a vitória de Trump “a era de um Estado Palestino acabou!”

Muitos colonos israelenses esperam que Donald Trump acabe com décadas de oposição do Governo Americano à construção de assentamentos na Judeia e Samaria e que até mesmo venha a dar luz verde para que Israel possa garantir de vez a posse certas áreas que são suas naquilo que hoje é chamada de Cisjordânia.

ANDS

Publicado por: noticiasdesiao | 5 de novembro de 2016

AS ELEIÇÕES AMERICANAS E OS JUDEUS 2

O DIREITO DIREITO DOS JUDEUS E O DIREITO TORTO DE HILLARY CLINTON: UMA HISTÓRIA COM DOIS LADOS

ostracon
Arqueólogo israelense aponte textos legais num ostracon de 3.000 anos

LADO A – AS ORIGENS DO DIREITO NO ESTADO HEBRAICO

Em 2008 um arqueólogo israelense descobriu aquele que talvez seja o texto hebraico original mais antigo do mundo. Trata-se de um pequeno caco de cerâmica que remonta ao tempo do Rei Davi e provavelmente tem mais de 3.000 anos. O Professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diz que a peça arqueológica, conhecida como ostracon, foi encontrado durante as escavações de uma fortaleza do século X aC, em Elah.

O fragmento foi descoberto na Fortaleza Elah em Khirbet Qeiyafa, um sítio arqueológico do século X a.C. situado 20 milhas a sudoeste de Jerusalém. A fortaleza, medindo 2,3 hectares, é a mais antiga cidade fortificada do período bíblico em Israel.

A datação, através do processo Carbono 14, confirmou cientificamente que o ostracon e a escrita nele contida realmente datam do período em que viveu o mais famoso dos reis dos hebreus. Isso faz com que esta pequena peça de 15 X 15 centímetros, tenha uma importância significativa, pois foi confeccionada mil anos antes dos Manuscritos do Mar Morto, informou a universidade.

Dois anos depois, quando o achado foi totalmente traduzido, chegou-se à conclusão que se tratava de um texto legal, pertencente a uma peça que falava das leis de Israel. Mesmo num objeto tão antigo já podia-se ver aliado às palavras “escravo” e “rei” a presença do “juiz”. Ou seja, há hoje provas concretas de que há mais de 3.000 anos já existia em Israel um conjunto de pessoas a legislar sobre a vida cotidiana do seu povo, a reger a sua sociedade e orientar as suas crenças.

“Agora podemos dizer que era altamente aceitável que durante o século X a.C., no reinado do Rei Davi, havia escribas em Israel que eram capazes de escrever textos literários e historiografias complexas como aquelas que encontramos nos livros de Juízes e Samuel”, disse o professor Gershon Galil, do Departamento de Estudos Bíblicos na Universidade de Haifa, um dos responsáveis pela tradução do documento.

Kathy Shelton
Kathy Shelton na época em que foi estuprada por um pedófilo defendido por Hillary Clinton.

LADO B – O DIREITO DE UMA POLÍTICA NÃO MUITO SIMPÁTICA AO ESTADO HEBRAICO

Em 1975 uma criança de 12 anos foi estuprada por dois homens no Estado americano do Arkansas. Como as provas incriminavam mais um do que o outro, Thomas Alfred Taylor, um pedófilo de 41 anos, foi levado a julgamento. Sabendo da complexidade do caso e que a condenação por este crime naquele Estado é a prisão perpétua, o procurador Mahlon Gibson sugeriu ao juiz Maupin Cummings que contratasse uma jovem advogada chamada Hillary Rodham.

O réu havia pedido ao procurador para ser defendido por uma mulher. Talvez nunca venhamos a saber as razões que levaram Gibson e Cummings a atender tal pedido, mas o empenho da advogada tinha um objetivo muito bem definido: ela queria vencer aquele caso, mesmo que para isso fosse necessário distorcer a verdade. Ela queria simplesmente vencer. E Hillary Rodham venceu. Seu nome de solteira ficou para sempre ligado a esta defesa infame, mas logo ela livrou-se disso, pois assumiu o sobrenome do namorado, que agora tornara-se seu marido. Passou a chamar-se Hillary Clinton.

Além de desconstruir a imagem de inocência da criança, a jovem advogada precisava ainda livrar-se da mais comprometedora das provas: a roupa interior do pedófilo, a cueca, manchada com o sangue da criança e este misturado ao sêmen do agressor.

Numa ardilosa artimanha, Hillary Clinton conseguiu. O processo tornou-se uma verdadeira peça de terror. “Fui informada que a queixosa é emocionalmente instável, com tendência a procurar homens mais velhos e se envolver em fantasias”, alegou Hillary Clinton. Lembrem-se, “a queixosa” é uma menina de 12 anos que foi estuprada por dois homens!

“Também fui informada que ela [a menina de 12 anos que foi estuprada] tem um passado de falsas acusações sobre pessoas que teriam mexido com seu corpo e que ela também exibe uma teimosia incomum e um temperamento quando não consegue o que quer”, continuou a advogada.

Mais adiante, Hillary Clinton, no afã de difamar a criança para mais facilmente ilibar o pedófilo, afirma: “Eu também ouvi de um especialista em psicologia infantil que as crianças no início da adolescência tendem a exagerar ou romancear experiências sexuais e que as adolescentes com famílias desorganizadas, como a autora da denúncia, são ainda mais propensas a esse tipo de comportamento.”

Todos esses argumentos, vindos da boca de uma jovem advogada com cara de hippie, soou extremamente convincente no meio de uma sociedade profundamente influenciada pela presença masculina.

O primeiro passo estava vencido: a imagem de inocência da criança estuprada estava totalmente destruída! Faltava agora enfrentar a pior parte: a prova material: a cueca suja do sangue da menina com o sêmen do pedófilo.

A cueca foi enviada para um laboratório forense, a região onde havia sangue e sêmen foi recortada e, numa atitude completamente incompreensível, foi depois devolvida ao processo com um enorme buraco no meio. A parte com sangue e sêmen desapareceu para sempre.

Confiante na forma como a imagem da menina estuprada fora desconstruída e com a prova material destruída, Hillary Clinton solicitou que seu cliente fosse submetido ao detector de mentiras. Tranquilizado por sua defensora, o estuprador enfrentou o detector e passou. Hillary comemorou.

Antes de anunciar o veredito, outra atitude estranha. O juiz Maupin Cummings pediu para ficar a sós com o réu antes de anunciar a sentença. Nunca se soube o teor da conversa entre eles. Ao retomar a sessão, o pedófilo e estuprador considerou-se culpado pelo crime de “carícias ilegais em uma criança”.

Se fosse condenado por estupro, Thomas Taylor, o cliente de Hillary Clinton, seria condenado à prisão perpétua, mas “por fazer carícias ilegais em uma criança”, pegou 1 ano de prisão. Cumpriu 2 meses.

Hillary Rodham lawyer
Hillary na época em que defendeu o pedófilo e estuprador Thomas Alfred Taylor

Dez anos depois, já em meados dos anos 80, Hillary Clinton foi entrevistada pelo jornalista Roy Reed e a gravação original faz parte hoje dos arquivos do departamento de coleções especiais da biblioteca da Universidade do Arkansas. Não esqueçam que a esta altura Hillary Clinton ainda não era famosa, ela era apenas uma advogada dando um depoimento para os arquivos da biblioteca onde era professora.

“Você disse que há algum tempo trabalhou em um caso criminal. Que tipo de trabalho foi esse? Poderia falar um pouco sobre isso?”, perguntou-lhe Roy Reed no início da entrevista.

“Eu tive alguns clientes realmente difíceis”, disse Hillary. “Um promotor me chamou, disse que tinha um cara que fora acusado de estupro e que queria uma mulher como advogada de defesa.” “Por quê?”, indagou o jornalista. “[Ele disse que] eu faria a defesa como um favor para ele” respondeu a jovem advogada. “Isso é muito estranho”, comentou o entrevistador. E Hillary ainda acrescentou: “Foi um caso fascinante, um caso muito interessante.”

A entrevista segue descontraída e didática, mas também pontuada por risos: “Ele fez um teste no detector de mentiras! Eu o fiz ser examinado pelo polígrafo e ele passou. Isso destruiu para sempre a minha fé nos detectores de mentira”, disse Hillary e deu uma risada. Ou seja, Hillary Clinton não só sabia que seu cliente era culpado como riu pelo polígrafo ter falhado.

“Mas, sabe o que era triste sobre ele? Era que os promotores tinham provas contra ela sendo que entre elas estava a sua roupa interior”, diz Hillary no áudio disponível na Universidade de Arkansas. “Sua cueca estava sangrada, mandei-a para o laboratório criminal, eles cortaram a parte que iam testar (…) e mandaram a cueca de volta com um buraco na prova”, concluiu a advogada. E desta vez, ela e o entrevistador riem.

Quando a gravação se tornou pública, Hillary Clinton encarregou Josh Schwerin, o porta-voz da sua campanha, de explicar a incômoda situação: “[Hillary] Clinton estava simplesmente citando informações de especialistas e investigadores envolvidos no caso como uma razão para buscar mais opinião de especialistas. As reações são claramente expressões de descrença nas falhas que envolveram o caso e absurdos que ela encontrou dentro da burocracia do sistema judicial. “Na entrevista ela chamou isso de “um caso terrível “, e é claro que ela sente muita pena em recordá-lo”, concluiu o porta-voz.

Kathy Shelton tem hoje 54 anos e mora Springdale, a mesma cidade onde foi estuprada quando tinha 12 anos. Kathy Shelton vive há mais de 40 anos com as marcas da violência que sofreu. Thomas Alfred Taylor, o estuprador, morreu em 1992. Tinha 71 anos e ficou apenas 2 meses preso. Hillary Rodham Clinton, a advogada que defendeu e ilibou o pedófilo-estuprador, tem hoje 69 anos e é candidata à Presidência dos Estados Unidos da América. E a imprensa, os artistas, as feministas e a Esquerda a adoram.

REPORTAGEM SOBRE O CASO NA TV AMERICANA

Publicado por: noticiasdesiao | 25 de outubro de 2016

AS ELEIÇÕES AMERICANAS E OS JUDEUS 1

É POSSÍVEL UMA CANDIDATURA PIOR QUE A DE HILLARY OU TRUMP?

Donald or Hillary
As eleições americanas não se resumem à Trump e Clinton

Se você pensa que existem apenas dois candidatos à presidência dos Estados Unidos da América, saiba que está errado. Evidentemente, a disputa séria mesmo está polarizada, como sempre, entre os candidatos do Partido Republicano e do Partido Democrata, mas há mais do que isso no universo eleitoral norte-americano.

No início da corrida presidencial havia cerca de 25 pretendentes, candidatos estes que foram sendo eliminados ao longo do processo eleitoral. Restam agora quatro. Donald Trump e Hillary Clinton são os mais midiáticos, mas há também Gary Johnson, do Partido Libertário, e Jill Stein, dos Verdes.

Caso você, como eu, pensa que o Donald Trump não é o ideal e a Hillary Clinton é um horror, prepare-se para conhecer Jill Stein.

Se observássemos apenas as origens e os sobrenomes, Jill Stein tinha tudo para ser a candidata ideal. Além de ser judia, pura, Stein teve sua candidatura lançada pelo também judeu, puro, Noam Chomsky. O problema é que os dois além de serem judeus seculares, detestam o Estado de Israel.

Jill Stein nasceu há 66 anos numa comunidade judaica da cidade de Chicago, onde sua família frequentava uma “sinagoga reformada”. Não sei definir bem o que vem a ser uma sinagoga reformada, mas creio que é uma daquelas sinagogas que se encaixa bem numa famosa anedota judaica que compartilharei no final desta matéria.

Segundo a própria Jill Stein, foram os seus “valores reformados” que a levaram a ter posturas radicais, como a adesão incondicional ao movimento Boicote, Desinvestimentos e Sanções (BDS), um bem orquestrado plano esquerdista que visa minar a Economia do Estado de Israel.

Com uma plataforma de extrema-esquerda, Stein defende o pleno emprego garantido pelo Estado, uma mobilização nacional como a que aconteceu no fim da Segunda Guerra Mundial (New Deal), luta implacável contra o aquecimento global e redução dos gastos militares norte-americanos em 50%.

Além de apoiar o movimento BDS, Stein não perde uma oportunidade de criticar Israel com palavras duras, acusando-o de “crismes de guerra” e de “pilhagem das terras palestinas”. No documento em que apresenta as suas propostas para a política externa norte-americana, Jill Stein diz o seguinte:

“No que diz respeito a Israel, os Estados Unidos têm incentivado as piores tendências do governo daquele país, uma vez que ele prossegue nas suas políticas de ocupação, apartheid, assassinatos, assentamentos ilegais, demolições, bloqueios, construção de bombas nucleares, detenções indefinidas, punição coletiva e desafio às leis internacionais.”

Esta será a postura oficial dos Estados Unidos no hipotético e remoto caso de uma vitória da judia Jill Stein.

Jill Stein with Muslim
Uma judia para presidente dos EUA com apoio dos muçulmanos

Jill Stein cresceu frequentando a Congregação North Shore Israel (NSCI), uma sinagoga (sic) localizada em Glencoe, subúrbio de Chicago. A NSCI é um daqueles “ajuntamentos” de judeus difícil de descrever. Uma mistura de mula-sem-cabeça com curupira e saci-pererê: seus cultos não têm lógica, sua teologia é contrária à Torá e, embora seja uma instituição religiosa, sua metodologia é secular. Secular e abrangente. Além de acolher a comunidade LGTB, a sinagoga é comandada por quatro rabinos e duas rabinas.

Depois de uma infância marcada pela presença constante nas aulas dominicais – sim, o ensino religioso infantil desta sinagoga acontece aos domingos – após a morte da mãe, em 2010, Jill acabou por afastar-se completamente da fé.

Jill Stein costuma creditar à NSCI, com o seu “judaísmo reformado”, a enorme influência que teve nas suas posturas políticas. “Cresci tendo os valores do Antigo Testamento, a regra de ouro, realmente muito martelados em minha educação”, afirmou.

“Meus pais eram da geração Holocausto”, disse numa entrevista para a revista Forbes. “Eu ouvi, da minha mãe em particular, muitos conselhos sobre responsabilidade social, sobre a importância de não se calar diante das coisas erradas.”

Paradoxalmente, mesmo sendo filha de “pais da geração Holocausto”, Jill Stein escolheu como vice-presidente em sua chapa o muçulmano, não religioso (?), Ajamu Baraka.

Ajamu Baraka
Che Guevara na camiseta e Yasser Arafat no coração, eis o vice da judia Jill Stein.

Ajamu Baraka é um muçulmano tipo “barakinha paz e amor”, pois vive a ressaltar “o lado positivo” do islamismo. Como se não bastasse, ele é um discreto defensor do atroz Estado Islâmico (ISIS) e não poupou críticas aos europeus quando estes marcharam protestando contra os ataques de novembro de 2015 em Paris.

Embora apresente-se como uma versão humanista secular, uma espécie de muçulmano híbrido – religioso-ateu – Ajamu Baraka não perde uma oportunidade para atacar Israel, a fé do seu povo e as posturas dos seus governantes.

Another french false flag bloody tracks from Paris to San BernardinoBaraka ficou famoso também por ser coautor de um polêmico livro que procura jogar nas costas dos ocidentais – e de Israel evidentemente – a responsabilidade pelos atentados do 11 de setembro e pelas dezenas de ataques que ocorreram na Europa depois disso.

O livro tem por título “Another French False Flag? Bloody Tracks from Paris to San Bernardino”, e trata-se de uma coletânea de textos de diversos autores antissemitas, incluindo Ajamu Baraka. Na introdução da “obra” (sentido literal e figurado), o organizador, um famoso negacionista do Holocausto chamado Kevin J. Barret, escreveu o seguinte:

“Se você acredita na versão oficial de que ‘foram os muçulmanos os responsáveis’ pelos ataques de 11 de setembro, você deve pensar que esses suspeitos e ostensivos muçulmanos são uns completos idiotas, totalmente incapazes de ter uma visão estratégica, desesperados para entregarem aos neoconservadores sionistas exatamente o tipo de presidente [dos EUA] que eles querem. É claro que há, sem dúvida, alguns muçulmanos irritados e estúpidos lá fora, mas eles são simplesmente bodes expiatórios e não orquestradores [de atentados].”

Se escolher entre Trump e Hillary é difícil, imaginar a vitória de uma Jill Stein é simplesmente aterrorizador.

Donald Trump, Jill Stein e Hillary Clinton

“ENQUANTO ISSO NUM SUBÚRBIO DE CHICAGO” OU “UMA ANEDOTA PARA ILUSTRAR”

Conta a lenda que um velho rabino, ultraortodoxo até a raiz dos peiot, dirigia de forma austera uma pequena sinagoga num subúrbio de Chicago (coloquei Chicago no relato para combinar com a história da sinagoga da Jill Stein) enquanto na escola o último filho de uma prole de dez aproximava-se do Bar Mitzvah. Coração mole pelo caçula, pergunta a este o que gostaria de receber como presente em tão importante dia.

– Uma Honda! – Responde o menino.

Uma Honda? Que raios é uma Honda, ficou a matutar o velho rabino, que para marcar a posição do sábio da família recusou-se a perguntar ao filho.

No shabat seguinte confidenciou aos membros do minian o pedido incomum do filho: Alguém sabe o que é uma Honda?, perguntou. Ninguém sabia. Foi aí que o mais jovem dos velhos presentes sugeriu:

– Rabbi, no fim da rua há uma sinagoga liberal. Que tal perguntar ao rabino de lá?

Assim que terminou o serviço, e depois de certificar-se que a distância entre os prédios não excedia os 960 metros permitidos para uma caminhada no shabat, o velho rabino ortodoxo esgueirou-se o mais discreto que pôde até à sinagoga liberal.

De longe avistou o rabino liberal que, só de calções, estava a lavar alegremente o carro no jardim da casa. Ao lado, a esposa abanava freneticamente as brasas de uma churrasqueira enquanto o filho, amigo de escola do seu filho, ouvia qualquer coisa no iPhone. Tudo muito descontraído, afinal era shabat.

– Rabbi – começou meio constrangido o rabino ortodoxo – não me leve a mal, mas podes tirar-me uma dúvida? É que estou a preparar o Bar Mitzvah do meu filho e ele pediu-me de presente uma Honda. Ninguém sabe o que é isso na minha congregação. Podes ajudar-me?

– Na hora! – respondeu o rabino liberal, e explicou: – Honda é a marca de uma moto.

Ao perceber que mesmo assim o rabino ortodoxo não havia entendido, o rabino liberal completou: – É uma espécie de bicicleta, só que motorizada.

O velho rabino ortodoxo por fim compreendeu, agradeceu e ao virar-se para voltar à casa foi interrompido pelo jovem rabino liberal.

– Rabbi, não me leve a mal, mas podes tirar-me uma dúvida?

– Claro – respondeu o rabino ortodoxo.

– O que é Bar Mitzvah?

ANDS | DIVERSAS OUTRAS AGÊNCIAS

Older Posts »

Categorias