Publicado por: noticiasdesiao | 3 de fevereiro de 2017

ÁRABES QUEREM ANULAR A HISTÓRIA E A ARQUEOLOGIA

DECLARAÇÃO DE SECRETÁRIO-GERAL DA ONU CAUSA REVOLTA ENTRE PALESTINOS

António Guterres cita a História e diplomatas árabes pedem a sua cabeça

Secretário-geral António Guterres
Secretário-geral cita a História e cria crise diplomática na ONU

Uma declaração do secretário-geral da ONU, o português António Guterres, está a incendiar o Oriente Médio. Num discurso onde lamentou os milhões de judeus mortos durante a Shoah, Guterres afirmou que o infortúnio judeu não é algo novo, e exemplificou dizendo que “o Império Romano não só destruiu o Templo em Jerusalém como fez dos judeus párias em muitos sentidos”. Representantes da Autoridade Palestina imediatamente se pronunciaram exigindo uma retratação pública de Guterres. Para eles, um líder da ONU admitir que houve um Templo judaico em Jerusalém representa “um grave incidente diplomático”.

VEJA ÍNTEGRA DO DISCURSO DE ANTÓNIO GUTERRES (EM INGLÊS)

LEIA ÍNTEGRA DO DISCURSO DE ANTÓNIO GUTERRES (EM INGLÊS)

Para o ministro dos Assuntos de Jerusalém, da Autoridade Palestina, Guterres “negligenciou as resoluções da UNESCO, que dizem claramente que a Mesquita Al-Aqsa é uma herança islâmica”. Adnan al-Husseini disse que as declarações de Guterres representam “uma violação para todas as regras humanas, diplomáticas e legais e uma violação da sua posição como secretário-geral” da ONU.

Depois dos protestos e da exigência árabe de um “pedido de desculpas” por parte do secretário-geral, António Guterres, numa entrevista à rádio Kol Yisrael, a mesma ode Ben Gurion leu a Declaração de Independência em 1948, reafirmou que do ponto de vista histórico “o Templo que foi destruído pelos Romanos era um templo judeu”. E ainda acrescentou que “ninguém pode negar o fato de Jerusalém ser, hoje em dia, uma cidade sagrada para três religiões”. Tais declarações irritaram ainda mais as autoridades palestinas.

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O “crime” de António Guterres foi afirmar algo que a história e a arqueologia nunca puderam negar. Registros históricos dão conta que Davi, um rei que nasceu, viveu e morreu em Israel, comprou de um jebuseu uma região, conhecida como Eira de Omã, que se localizava no Monte Moriá, com o objetivo de ali construir um templo.

Numa época em que muitas propriedades eram conseguidas à força, através de conquistas físicas, além de comprar a Eira de Omã, para a construção do templo este rei judeu arrecadou entre o seu povo a estonteante quantia de 100.000 talentos de ouro, 1.000.000 de talentos de prata, e cobre e ferro em grande quantidade, além de contribuir com 3.000 talentos de ouro e 7.000 talentos de prata do próprio bolso. Davi conseguiu ainda envolver outros investidores, alguns príncipes, que doaram ouro no valor de 5.000 talentos, 10.000 dáricos, uma moeda que tinha cerca de 8,4 gramas de ouro, 10.000 talentos de prata e muito ferro e cobre.

Depois de terem o terreno e os recursos garantidos, coube ao filho do rei Davi, Salomão, iniciar a construção do Templo. O reinado de Salomão, um rei que nasceu, viveu e morreu em Israel, aconteceu entre os anos 966 e 926 ANTES DE CRISTO e foi justamente neste período que o Templo dos Judeus foi erguido no Monte do Templo.

O templo construído por Salomão era majestoso e suas características e dimensões foi profusamente registrada ao longo da história. Até Sir Isaac Newton, o cientista, físico e matemático inglês, estudou a fundo a história do Templo dos Judeus e chegou mesmo a fazer uma planta detalhada do mesmo. Nenhum templo do mundo foi tão descrito e tão estudado quanto o Templo dos Judeus.

Temple of Solomon by Isaac Newton
Planta do Templo de Salomão em desenho do Sir Isaac Newton

Depois de passar por diversas ações vândalas e uma destruição, o Templo, restaurado e reconstruído diversas vezes, foi finalmente destruído pelo marechal romano Titus Flavius Vespasianus Augustus no ano 70 depois de Cristo.

Durante séculos o monte ficou às ruínas e os poucos judeus que restaram em Israel lamentavam sua destruição todos os dias.

Cerca de seis séculos depois, adeptos de uma religião recém-fundada chamada Islamismo, apoderaram-se do Monte do Templo dos Judeus e, sem pagar nada por ele, passou a chamá-lo de sagrado também para eles.

Entre 685 e 691 DEPOIS DE CRISTO, surgiu um líder árabe chamado Abd al-Malik ibn Marwan, que resolveu construir uma mesquita árabe no lugar do Templo dos Judeus.

Repito-me de propósito e com o objetivo de enfatizar os fatos históricos: O Monte do Templo foi comprado por um rei judeu, que nasceu, viveu e morreu em Israel, sendo que depois um outro rei judeu, que nasceu, viveu e morreu em Israel, construiu sobre ele um Templo que seria O ÚNICO LUGAR SAGRADO para culto de um Deus a quem eles há milhares de anos serviam.

Já a Mesquita que se encontra no Monte do Templo foi construída num terreno usurpado por árabes 1.600 anos depois de ter sido adquirido legitimamente por um judeu. A mesquita, construída por um califa árabe, que nasceu em Medina, viveu em Meca e morreu em al-Sinnabra, teve por objetivo ser O TERCEIRO LUGAR SAGRADO para o culto de uma religião recém-fundada.

Dezesseis séculos separam o momento da construção do monumental templo que deu nome ao Monte, do surgimento da acanhada mesquita que hoje domina o local mais sagrado para os judeus. Esta é a história que António Guterres não pode negar. Esta é a história que as pseudo-autoridades palestinas querem sepultar.

Documentos históricos e provas arqueológicas são fatos que nem Guterres e nem a ONU podem negar a existência. O tal povo palestino nega, mas o que eles negam ou acreditam não faz a menor diferença, afinal de contas povo palestino é uma coisa que não existe.

LEIA ARTIGO SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS NO MONTE DO TEMPLO CLICANDO AQUI

ANDS | OBSERVADOR

Publicado por: noticiasdesiao | 3 de fevereiro de 2017

O MONTE DO TEMPLO E UM MONTE DE TEMPLOS

A MENTIRA QUE CONVÉM

Além de usurpar a Terra que pertence aos judeus, os muçulmanos querem tomar para si todo o simbolismo que a religião e o Templo de Jerusalém têm para o povo de Israel.

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As modestas escavações do pequeno Templo de Poggio Colla (acima) são reconhecidas internacionalmente como importantes para o estudo da religião e da cultura do povo etrusco; já as imponentes marcas do Templo de Jerusalém (abaixo) são sistematicamente desprezadas como prova da presença judaica na Terra Santa.

O PROJETO ARQUEOLÓGICO DO VALE DO MUGELLO

Vicchio, uma pequena cidade italiana da Toscana, abriga um modesto sítio arqueológico onde estão localizadas as ruínas de um templo etrusco chamado Poggio Colla. No ano passado, os arqueólogos descobriram uma estela de 1,2 metros que estava na base de uma das paredes do templo. O mundo da arqueologia vibrou com a descoberta.

Estela é um termo de origem grega cujo significado é “pedra erguida” ou “alçada”. Na arqueologia, é o termo utilizado para designar objetos monolíticos nos quais tenham sido efetuados esculturas ou inscrições. As estelas até agora encontradas trazem informações fúnebres, mágico-religiosas, demarcações territoriais ou meras descrições políticas.

A estela encontrada em Poggio Colla contém palavras soltas em etrusco, uma língua morta, e sua total decifração ainda é um enigma para os estudiosos. Mesmo assim a ela tem sido dado imenso valor.

A estela de Poggio Colla, uma laje de pedra de 2.500 anos de idade, está bem preservada pois foi utilizada como base no alicerce do templo que lá existia. A posição em que se encontrava e as fricções que sofreu ao longo dos séculos, resultaram em lascas e arranhões na peça arqueológica, mesmo assim, os estudiosos estão a limpá-la e preservá-la para que possam, quem sabe, um dia decifrarem o seu conteúdo. Atualmente, suspeita-se tratar de um texto religioso que poderá lançar luzes sobre detalhes da religião etrusca.

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As escavações foram realizadas dentro de um projeto chamado Mugello Valley, sob supervisão do arqueólogo Gregory Warden, professor emérito da Universidade Metodista do Sul dos Estados Unidos, situada em Dallas.

Em duas décadas de escavações, o Projeto Arqueológico do Vale do Mugello desenterrou diversos objetos relacionados à cultura etrusca, tais como joias, moedas e objetos de cerâmica, mas o objeto mais fascinante até agora encontrado foi a tal estela.

Pesando cerca de 227 kg, nela pode-se ver pelo menos 70 letras legíveis e alguns sinais de pontuação. O professor Warden acredita que a pedra foi usada como base para a parede do templo há mais de 2.500 anos.

Estela na base do templo de Poggio Colla

Uma pequena pedra, de um pequeno santuário, de uma religião desaparecida, com registros escritos em uma língua morta, por um povo que não existe há mais de dois mil anos, consegue fascinar os estudiosos. Ninguém põe em causa a historicidade do templo a que ela pertenceu nem a ligação deste templo com o povo que um dia nele cultuou.

Já o Templo de Salomão, cuja história é fartamente registrada, numa língua que até hoje é falada, com milhares de provas arqueológicas inquestionáveis, é constantemente desprezado como sítio de importância arqueológica para um um povo que ainda existe e que reside exatamente ao seu lado.

Na verdade, o que incomoda aos inimigos de Israel é que não há no mundo nenhum outro povo com tantas fontes históricas registradas, com tantas tradições orais repassadas, com tantas provas arqueológicas e científicas disponíveis, como o povo judeu. E como para este povo o centro da sua fé, da sua identidade como nação, é justamente o Monte do Templo, tudo eles farão para anular a história ou para impedir que historiadores e arqueólogos se debrucem sobre este riquíssimo sítio arqueológico.

Uma das perguntas mais intrigantes da história do povo hebreu – e não só deste povo, mas também de todos aqueles que seguem duas das principais religiões do mundo, o Cristianismo e o Judaísmo – é onde estaria localizado aquele que era conhecido como o Santo dos Santos.

O Santo dos Santos, também denominado de Santíssimo Lugar, era uma sala localizada dentro do Tabernáculo móvel dos judeus na longa travessia do deserto e que depois foi implantado no coração do Templo de Salomão. Medindo 10 X 10 cúbitos, algo como 5 X 5 metros, era o local onde ficava guardada a Arca da Aliança e onde se realizava anualmente uma cerimônia de sacrifício expiatório de um cordeiro sem manchas, sacrifício este que estava voltado para a expiação dos pecados do povo de Israel. Era o único momento e o único lugar onde o sumo sacerdote judaico podia falar diretamente com Deus. Não é à toa, portanto, que este lugar tem um papel fulcral como centro do culto judaico.

Como o Santo dos Santos ficava no Templo de Salomão, como as ruínas do Templo ainda lá estão, no coração da moderna Jerusalém, não há nenhuma dúvida de que em algum lugar daquele monte encontra-se ainda hoje o local mais sagrado para as religiões judaico-cristãs. Só que os muçulmanos, responsáveis pela guarda do local, nunca permitiram que nenhum arqueólogo, judeu ou cristão, estudasse o local. Na verdade, eles sequer permitem que “infiéis” se aproximem do local.

O historiador inglês Simon Sebag Montefiore, na sua magnifica obra “Jerusalém A Biografia”, diz que questionar onde fica o Santo dos Santos é uma pergunta politicamente explosiva.

“Uma parte significativa dos estudiosos”, diz Montefiore, “considera que ele ficava no alto da rocha que se encontra no interior da Cúpula da Rocha”. O historiador diz ainda que “a Mishnah – uma compilação de tradições orais judaicas do Século II d.C. – dá-lhe o nome de ‘Túmulo do Abismo’ e os muçulmanos a chamam de ‘Poço das Almas’”.

Sebag Montefiore conclui sua nota sobre o tema dizendo que “é provável que, em 691 d.C., o califa Abd al-Malik ibn Marwan tenha decidido erigir a cúpula dourada neste local, em parte, para criar um sucessor islâmico do Templo.”

Para os judeus, a rocha que se encontra no Monte do Templo é a pedra angular do próprio Templo. O que se vê nos dias de hoje é que os muçulmanos não querem usurpar apenas a Terra que pertence aos judeus, mas sim todo o simbolismo que a religião e o Templo de Jerusalém têm para o povo de Israel.

ANDS

Publicado por: noticiasdesiao | 3 de fevereiro de 2017

TENTATIVA DE ATAQUE TERRORISTA NO LOUVRE

HOMEM GRITA “ALLAHU AKBAR” E ATACA POLICIAL FRANCÊS

Um militar francês disparou contra um homem que agrediu um outro soldado com um facão junto ao museu do Louvre, em Paris. O terrorista tentou entrar no Carrousel du Louvre, o centro comercial subterrâneo localizado em baixo do museu. Esta é uma das entradas para o famoso museu parisiense. O primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, já admitiu que se trata “visivelmente” de um “ataque de natureza terrorista”.

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Todos os acessos ao mais famoso museu parisiense estão fechados neste momento

O agressor, que de acordo com o responsável da polícia de Paris, Michel Cadot, proferiu ameaças e gritou Allahu Akbar (Allah é grande, em árabe), ficou gravemente ferido, depois de ter sido atingido no abdómen. Uma fonte indicou à agência Reuters que foram disparados cinco tiros.

De acordo com a BMFTV, o militar que foi atacado ficou ferido num braço. Segundo a mesma fonte, o suspeito queria entrar no centro comercial com duas malas (outras fontes falam em mochilas) e três militares barraram-lhe o acesso. Foi então que usou o facão contra um militar, tendo outro aberto fogo. A brigada de minas e armadilhas está no local e a BMFTV diz que até agora não foram encontrados explosivos.

No Twitter, o Ministério do Interior francês comentou tratar-se de um “acontecimento grave de segurança pública” junto ao Louvre, e pediu que seja dada prioridade à intervenção das forças de segurança. O acesso foi bloqueado pelas autoridades.

Uma porta-voz do museu disse à Reuters que o edifício foi fechado, mas não deu informações sobre a evacuação. Já o metrô anunciou que, por segurança, a estação Palais Royal Musée do Louvre da linha 7 ficaria fechada ao público.

ANDS | DN | REUTERS

Publicado por: noticiasdesiao | 15 de janeiro de 2017

PAPA FRANCISCO INAUGURA EMBAIXADA PALESTINA NO VATICANO

AMIGOS

ATENÇÃO: A forma correta de ler esta notícia é: “Mahmud Abbas inaugurou na cidade do Vaticano um prédio que doravante passará a chamar-se Embaixada. O objetivo é fazer do local uma suposta representação diplomática dos árabes residentes na Judeia e na Samaria.”

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O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, inaugurou uma embaixada “palestina” na cidade do Vaticano neste sábado (14/01). O Vaticano e os árabes da Judeia e Samaria mantêm relações diplomáticas desde 2015, embora não exista uma nação palestina.

Ao falar sobre a cerimônia, Mahmud Abbas louvou a atitude do Vaticano encarando-a como um reconhecimento da independência do seu suposto país: “Espero que outros Estados tomem o exemplo da Santa Sé”, afirmou Abbas.

Mais tarde Abbas declarou à TV árabe ter conversado com o papa Francisco sobre o processo de paz no Oriente Médio, a iniciativa de paz da França e o combate ao terrorismo. Abbas referiu-se a um sinal de que “o papa ama o povo palestino (sic) e a paz”. Segundo fontes que presenciaram a reunião íntima de Francisco com Abbas, a audiência privada foi amigável, terminando com um abraço.

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Tendo como embaixador Issa Kassissieh, membro da Igreja Grego-Ortodoxa, a representação árabe no Vaticano está em funcionamento desde janeiro de 2016, com base num acordo assinado entre a Santa Sé e os árabes residentes na Judeia e Samaria.

Antes da inauguração da nova representação, divulgou-se que Abbas pretendia expor a Francisco sua apreensão quanto ao plano do presidente americano eleito, Donald Trump, de transferir de Tel Aviv para Jerusalém a embaixada dos Estados Unidos em Israel. Segundo Abbas, isso poderia significar o fim da solução de dois Estados para o conflito árabe-israelense.

Começa neste domingo, em Paris, uma conferência de paz internacional centrada no conflito do Oriente Médio. Abbas aceitou o convite a França para se informar in loco sobre os resultados do encontro, embora ainda não esteja definido quando ele chegará à capital francesa.

ANDS | DEUTSCHE WELLE

Publicado por: noticiasdesiao | 12 de janeiro de 2017

O PODER DOS ISLAMODÓLARES

UNIVERSIDADES OCIDENTAIS ESTÃO A SER FINANCIADAS POR CAPITAL ISLÂMICO

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Aluna muçulmana com hijab na sala de aula de uma universidade francesa

O governo do Qatar vem investindo 600 mil euros por mês na Sorbonne, a mais famosa das universidades parisienses e uma das mais conceituadas do mundo. Serão 1,8 milhões euros em três anos. Até onde se sabe – e se houver informação contrária retificarei o texto – as doações recebidas por esta instituição, que já tem 764 anos, deverão ser destinadas especificamente a ações voltadas para a formação de imigrantes oriundos dos países islâmicos, os famosos “refugiados”.

No outro lado do Canal da Mancha, no Reino Unido, oito das mais importantes universidades, incluindo Oxford e Cambridge, receberam, apenas nas duas últimas décadas, mais de 230 milhões de libras vindas da Arábia Saudita e de outros países islâmicos, o equivalente a 282 milhões de dólares.

Também, para além do Atlântico os islamodólares jorram. A Universidade de Princeton recebeu 1 milhão de dólares em doações; a Universidade do Texas 1,5 milhões; a Universidade Rutgers e o Centro de Estudos do Oriente Médio da Universidade de Berkeley receberam 5 milhões de dólares cada uma e o Centro de Estudos do Oriente Médio da Universidade do Arkansas foi a mais regiamente agraciada, pois recebeu nada mais nada menos que 20 milhões de dólares.

A Universidade de Cornell além de receber 11 milhões de dólares em doações, teve todo apoio para construir o primeiro centro médico universitário americano fora dos Estados Unidos. O local escolhido foi Doha, no Qatar.

Agora, vejam aqui um detalhe interessante em relação a esta última universidade, a Cornell. Seu fundador foi Ezra Cornell, descendente direto de um puritano inglês chamado Ezequiel Cornell. Ezra era filho de Eunice e Elijah Cornell e foi casado com uma jovem metodista de nome Mary Ann Wood.

Estas aparentes ingênuas informações biográficas trazem embutidas em si uma ironia: os nomes Esdras, Ezequiel, Elias, Eunice e Maria demonstram as raízes judaico-cristãs do fundador da universidade que agora tem como foco agradar Alis, Muhammads, Ibrahins e Ismails.

Não nos esqueçamos que quando o Real Madrid resolveu investir na construção de um resort no Dubai, os muçulmanos impuseram uma condição: a pequena cruz que aparece no alto do escudo do time madrilenho deveria ser removida para não ferir os princípios islâmicos dos árabes. Fico aqui a pensar o que as universidades agraciadas pelos islamodólares farão se seus generosos doadores começarem a se incomodar com os slogans de algumas delas.

O lema da Universidade de Berkeley é uma ordem do Deus de Israel que está registrada no primeiro capítulo da Torah, o Livro sagrado dos judeus: “Fiat Lux!” (“Que se faça a luz!”). O slogan da Universidade Rutgers se choca com os propósitos da Sharia, a medieval lei islâmica, pois propõe que o “Sol da justiça, brilhe sobre o Ocidente também” (“Sol iustitiae et occidentem illustra“).

As mentes de milhares de professores universitários já foram há muito conquistadas pelas ideologias antissionistas, que na verdade nada mais são do que neologismos para antissemitismo. Vejamos agora se o poder dos islamodólares avançarão contra os propósitos seculares dos templos do saber ocidental.

Particularmente estou de olho em Princeton, afinal de contas o lema da tradicional universidade de Nova Jérsei é “Dei sub numine viget“, ou seja, “Sob o poder de Deus prosperará“. Como os beneméritos doadores muçulmanos reagirão a isso é apenas uma questão de tempo.

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Pias especiais para lavagem ritual islâmica numa universidade canadense

DOIS PESOS DUAS MEDIDAS

Cresce o número de estabelecimentos de ensino que proíbem alunos cristão de manifestarem publicamente sua fé. No Canadá a expressão Feliz Natal foi praticamente banida do cotidiano das pessoas no final do ano, sendo que os votos a serem apresentados no período natalino é Boas Festas e nada mais.

Mas, enquanto os cristãos vêem sua expressão de fé ser cerceada a cada ano, muitas universidades disponibilizam salas de oração para que os muçulmanos possam exercer a fé deles. A Universidade Regina, no Canadá, investiu recentemente 35 mil dólares na instalação de 4 pias para lavagem de pés (imagem acima), prática necessária para que os muçulmanos se preparem antes das suas rezas diárias.

Nos últimos anos foram injetados 326,4 milhões de islamodólares apenas nas universidades citadas nesta reportagem. Isso equivale a quase 1,04 bilhões de reais. Não há registros claros sobre doações semelhantes que tenham sido feitas para outras instituições de ensino da Europa, dos EUA ou mesmo do Brasil.

Do jeito que as coisas andam, o leitor não se espante se um dia no brasão de alguma grande universidade ocidental aparecer estampado a emblemática expressão “Allahu Akbar!”

ANDS | AARUTZ SHEVA | SITES DAS UNIVERSIDADES

Publicado por: noticiasdesiao | 2 de janeiro de 2017

O ANO DE 2016 FOI TRÁGICO

MAS NÃO EM ISRAEL

2016 foi um ano sangrento ou tenso para os turistas em diversas partes do mundo. Não em Israel.

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Turistas observam tranquilos o Mar Mediterrâneo num mirante em Tel Aviv

Há um ano NOTÍCIAS DE SIÃO dizia que o ano de 2016 poderia ser sangrento no que diz respeito ao terrorismo. Não era uma profecia, mas uma linha lógica de raciocínio. Infelizmente foi. Excetuando-se as zonas em conflito, onde os ataques são atos de guerra e não terrorismo, aconteceram 15 atentados que chamaram a atenção da imprensa.

Estes atos terroristas ceifaram a vida de 357 pessoas e deixaram um rastro de destruição que resultaram em perto de 1.000 feridos. O que as estatísticas nunca mostram é a sub-vida miserável que muitos dos 852 feridos, oficialmente constatados, viverão. Muitas vezes os desdobramentos de uma tragédia provocada pelo terrorismo são piores do que a própria morte que, para alguns, infelizmente é um alívio.

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No seu primeiro artigo em 2016, a ANDS previu que 2016 seria um ano difícil.

LISTA DOS PRINCIPAIS ATENTADOS TERRORISTAS DE 2016

12/01, Istambul: 11 mortos, 15 feridos
14/01, Jacarta: 7 mortos, 19 feridos
20/01, Charsadda: 20 mortos, 20 feridos
15/02, Ouagadougou: 29 mortos, 20 feridos
17/02, Ancara: 28 mortos, 61 feridos
22/03, Bruxelas: 35 mortos, 300 feridos
18/04, Jerusalém, ZERO mortos, 20 feridos
12/07, Orlando: 50 mortos, 53 feridos
14/07, Nice: 84mortos, 18 feridos
26/07, Saint-Étienne-du-Rouvray: 3 mortos, 3 feridos
20/08, Gaziantep: 57 mortos, 56 feridos
14/10, Sinai: 24 mortos, 6 feridos
10/12, Istambul: 38 mortos, 176 feridos
11/12, Cairo: 25 mortos, 35 feridos
19/12, Berlim: 12 mortos, 50 feridos

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Ciclistas trafegam tranquilos nas calçadas de Tel Aviv

UMA EXCEÇÃO CHAMADA ISRAEL

Como destaque positivo ficou o Estado de Israel, um dos lugares com maior nível de segurança em todo o mundo. Embora severamente atacado pelos inimigos que o rodeia, em Israel houve apenas UM ATENTADO de médio porte que resultou em 20 feridos e nenhuma morte.

Acredite, em 2017 você estará mais seguro em Israel do que em qualquer país da Europa. Por isso, se estiver a programar alguma viagem turística para este ano, considere a possibilidade de visitar Israel.

Veja abaixo algumas matérias que já publicamos sobre Turismo em Israel, prepare as malas e… boa viagem.

O AEROPORTO MAIS SEGURO DO MUNDO

PROJETO INOVADOR EM ISRAEL

PORQUE VISITAR ISRAEL

PRIMAVERA ISRAELENSE

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Turistas deslocam-se em Segways em Tel Aviv

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Idosas caminham no meio de uma rua de Eilat

Publicado por: noticiasdesiao | 31 de dezembro de 2016

RÉVEILLON COM TAHARRUSH

MULHERES DEVEM EVITAR LOCAIS PÚBLICOS COM A PRESENÇA DE MUÇULMANOS

Durante as festas da passagem de ano as mulheres devem evitar locais públicos onde existam forte presença de homens muçulmanos. O risco é enorme.

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Não se trata de preconceito religioso nem de xenofobia, mas sim uma questão de segurança pública. As autoridades europeias erram em não emitir o alerta para que mulheres, acompanhadas ou não, evitem lugares com grande fluxo de pessoas se dentre elas estiverem grupos de homens ou rapazes muçulmanos. O perigo tem nome: Taharrush.

Taharrush é um “jogo” de origem árabe, onde um grupo de homens se aproveitam de grandes aglomerações para abusarem sexualmente das mulheres, que acabam por ser violentamente estupradas.

Conhecido popularmente como “jogo do estupro”, este ato de barbárie ficou mundialmente conhecido a partir de um trágico episódio na Primavera Árabe, no Egito, em 2013, quando um grupo de aproximadamente 200 homens violaram sexualmente uma jornalista holandesa.

Acredita-se que o Taharrush seja uma prática comum em países e demais regiões onde a mulher não é vista como um ser humano, mas sim como uma “propriedade” dos homens.

De acordo com esta “cultura”, os homens procuram como vítimas mulheres que são consideradas infiéis ou que não estão enquadradas nos costumes padrões dos muçulmanos, principalmente no que diz respeito ao vestuário.

O Taharrush é praticado por muitos grupos extremistas, entre eles os terroristas do islamismo, que não consideram as mulheres não-muçulmanas dignas de serem respeitadas como seres humanos.

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O assédio sexual coletivo, que é definido pelo Taharrush, cujo significado em árabe é “perseguição coletiva”, por norma é praticado em locais com uma grande quantidade de pessoas, como no caso das festas ligadas à passagem do ano.

Os agressores formam um círculo ao redor da vítima, impedindo de outras pessoas tentem ajudá-la. Outros homens formam um segundo círculo, onde assistem e se “divertem” com a cena, enquanto que um terceiro grupo, mais distante, tenta impedir e desviar a atenção das demais pessoas, evitando que o ato seja atrapalhado.

Devido ao elevado número de pessoas envolvidas no Taharrush, a punição aos agressores é bastante difícil de acontecer.

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O TAHARRUSH ASSUSTOU A ALEMANHA HÁ UM ANO

No réveillon passado a onda de ataques de jovens imigrantes, recebidos como “refugiados”, pegou a Europa de surpresa. Só na cidade de Colônia, na Alemanha, cerca de 90 mulheres apresentaram queixa por assalto, assédio sexual e violação, na festa que decorria no largo localizado em frente a estação de trens local.

De acordo com a polícia, na noite do réveillon cerca de mil homens dividiram-se em vários grupos e levaram a cabo os ataques nas imediações da Catedral de Colónia onde muitas pessoas se juntaram para receber 2016 com um espetáculo de fogo de artifício.

Wolfgang Albers, chefe da polícia da cidade alemã, classificou os ataques como “uma nova dimensão de crime”. Albers adiantou, numa entrevista coletiva, que os homens têm sido descritos pelas testemunhas como tendo “origem árabe ou norte africana” com idades entre 18 e 35 anos.

Em toda a Europa a polícia está mobilizada para evitar possíveis ataques terroristas. Caminhões estão com trânsito proibido em locais de grandes aglomerações e serão feitas buscas de armas sempre que houver suspeitas.

Mesmo em Portugal, um país onde a presença islâmica ainda é incipiente, as autoridades informaram que nos grandes centros haverá centenas de agentes munidos de metralhadoras e as ruas próximas às praças onde ocorrerão eventos públicos estarão cercadas por barreiras conhecidas como “ouriços de ferro” ou “ouriços tchecos”. O objetivo é barrar qualquer veículo que tente adentrar estes recintos.

Estas ações são prudentes e, em tese, deverão evitar grandes catástrofes, mas nenhuma medida policial será capaz de prevenir ou combater a prática do Taharrush, uma vez que para que o mesmo aconteça basta haver um bom número de muçulmanos reunidos.

ANDS | SIGNIFICADOS.COM | CORREIO DA MANHÃ | OBSERVADOR

Publicado por: noticiasdesiao | 29 de dezembro de 2016

A ONU PROVOCA PROBLEMAS

DONALD TRUMP ALERTA PARA A NUDEZ DA ONU

No famoso conto de Hans Christian Andersen todos sabem que o rei está nu, mas ninguém tem coragem de o dizer. É preciso que um menino, no meio da multidão, grite “O rei está nu” para que os demais súditos o admitam. A ONU há muito anda nua, mas nenhum governante mundial tem coragem de o dizer. Mas agora, eis que surge Donald Trump no meio da multidão.

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Reunião da ONU para discutir questões ligadas à tecnologia espacial e ao desenvolvimento sustentável. Fala sério.

O Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, voltou a pôr o dedo numa chaga que o mundo insiste em ignorar. Para Trump, a Organização das Nações Unidas “não está à altura” do seu nome e propósitos e ao invés de resolver os problemas, “os provoca”.

Donald Trump falava à porta da residência do clube Mar-a-Lago, no norte de Miami, onde está passando férias.

“Quando é que se viu a ONU resolvendo problemas? Não o faz, [a ONU] causa problemas”, disse Donald Trump.

Trump ousou dizer que o rei está nu. E curiosamente, a sigla para Nações Unidas é… NU.

ANDS | OBSERVADOR

Publicado por: noticiasdesiao | 27 de dezembro de 2016

A HERANÇA MALDITA DE OBAMA

OLP QUER LEVAR ISRAEL AO TRIBUNAL INTERNACIONAL POR SUPOSTOS CRIMES DE GUERRA

Eis o resultado da política inconsequente do presidente dos Estados Unidos Barack Obama: o grupo terrorista Organização para a Libertação da Palestina ameaça levar o Estado de Israel ao Tribunal Penal Internacional por considerar que a construção de casas para civis é um crime de guerra.

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Autores de mais de 100 atentados terroristas condenam agora a construção de casas

O secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, informou nesta segunda-feira, 26, que seu grupo entrará com pedido de condenação no Tribunal Penal Internacional (TPI) e em todas as agências da ONU após a aprovação na sexta-feira pelo Conselho de Segurança da resolução que condena a construção de novas casas na Judeia e na Samaria. Numa entrevista à agência noticiosa Wafa, Erekat declarou que tem previstas várias medidas que acompanhem a resolução, incluindo “pedir ao TPI que investigue todos os crimes de guerra israelitas, em particular os colonatos” (sic).

O dirigente da OLP acrescentou ainda que o objetivo desta ação é responder de forma enérgica ao “comportamento arrogante de Israel, que inclui a construção de mais colónias, mortes, detenções e perseguições.” Segundo o dirigente, entre as próximas medidas, será solicitado ao TPI que considere os colonatos “crimes de guerra” enquanto será pedido ao Conselho de Direitos Humanos da ONU “que faça o que for necessário contra as óbvias violações de Israel como potência ocupante nos territórios palestinos”.

Como se não bastasse o espaço que pouco a pouco vêm conquistando nas Nações Unidas, o líder da OLP informou que seus “diplomatas” (sic) aproveitarão a posse do novo secretário-geral da ONU, António Guterres, para solicitar que a Palestina se torne membro de pleno direito do Conselho de Segurança da ONU e possa dar seguimento à aplicação da resolução 2334, aprovada na sexta-feira.

Entre as várias iniciativas prevista para os próximos dias, a OLP pretende pedir à Suíça, como país anfitrião da Convenção de Genebra, uma reunião com os Estados que votaram a resolução para que sejam definidos mecanismos que permitam “terminar com os crimes de Israel nos territórios ocupados, particularmente em Jerusalém leste”.

Segundo a agência noticiosa Wafa, os responsáveis da OLP apresentarão um roteiro e uma iniciativa de paz árabe na conferência de paz para o Médio Oriente, que a França organizará no próximo dia 15 de janeiro em Paris.

O RASTRO DE TERROR DEIXADO PELA OLP


18 mortos em ônibus destruído por terroristas que condenam Israel por construir casas

A organização que quer caracterizar como “crimes de guerra” a construção de casas para famílias civis tem uma história de terror sem medidas que nunca foi levada a tribunal algum. Veja a seguir 65 dos mais emblemáticos atentados terroristas reivindicados ou atribuídos à Organização para a Libertação da Palestina nos seus primeiros anos de atuação.

Depois de 2004 o grupo passou a agir mais discretamente, apenas apoiando as ações dos autores dos atentados, sem reivindica-los diretamente. Seus estrategas colocaram em curso um plano para atuar de forma diplomática, tem a ONU como sua base de ação.

A estratégia encontrou em Barack Obama um bom aliado e sua embaixadora na ONU, Samantha Power, ratificou de vez a “obra” ao abster-se de vetar a Resolução 2334, talvez a mais incendiária dos últimos anos. Uma OLP vestida de cordeiro e pronta para atacar está a bater na porta do Tribunal penal Internacional. Mas, veja abaixo o “currículo” desta organização que quer punir Israel por crimes de guerra simplesmente porque o seu governo insiste em construir casas.

TIMELINE DO TERROR

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Aviões da TWA, Pan-Am e BOAC destruídos por terroristas da OLP em setembro de 1970.

– Julho 1968: A organização terrorista Fatah se une a outros grupos também terroristas formando a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

– 04 de fevereiro de 1969: Yasser Arafat é nomeado Presidente do Comitê Executivo da OLP

– 21 de fevereiro de 1970: Um avião da Swissair com destino a Tel Aviv é bombardeado em pleno voo por terroristas da OLP. 47 pessoas são mortas.

– 08 de maio de 1970: Terroristas da OLP atacam um ônibus escolar israelense usando uma bazuca. Nove alunos e três professores do Moshav Avivim têm morte imediata. 19 outros alunos ficam aleijados.

– 06 de setembro de 1970: Aviões da TWA, da Pan-Am e da British Overseas Airways Corporation são sequestrados por terroristas da OLP. As três aeronaves foram posteriormente destruídas por explosões.

– Maio 1972: Membros do movimento Exército Vermelho Japonês apoiados pela OLP atacam passageiros no Aeroporto de Tel Aviv. 27 mortos e 80 feridos.

– 05 de setembro de 1972: Acontece o Massacre de Munique. 11 atletas olímpicos israelenses são assassinados durante as Olimpíadas. O comando da ação foi atribuído a Yasser Arafat, presidente da OLP.

– 01 de março de 1973: Terroristas da OLP invadem a embaixada saudita em Cartum e matam um diplomata belga e dois americanos, um deles embaixador.

– 11 de abril de 1974: 11 pessoas são mortas por terroristas da OLP em Kiryat Shmona.

– 15 de maio de 1974: Terroristas da OLP sequestram alunos de uma escola de Ma’alot. Fazem 26 mortos, sendo que 21 destes são crianças.

– Novembro 1974: A OLP ataca na cidade de Beit She’na. 4 israelenses são mortos.

– Março de 1975: Membros de uma facção da OLP atacam o Hotel Savoy, em Tel Aviv. Três soldados e três civis são mortos.

– Março 1978: Terroristas ligados à OLP atacam um ônibus que fazia a linha Haifa-Tel Aviv. 21 israelenses são mortos.

– 07 de outubro de 1985: O navio italiano Achille Lauro é sequestrado por terroristas da OLP. Leon Klinghoffer, um judeu idoso e paralítico, é covardemente assassinado diante dos jornalistas e seu corpo, na cadeira de rodas, é atirado ao mar. Yasser Arafat foi o cabeça da organização do sequestro.

– 29 de maio de 2001: Gilad Zar, um morador da localidade de Itamar, foi morto a tiros em uma emboscada terrorista de um dos braços da OLP.

– 29 de maio de 2001: Sara Blaustein e Esther Alvan, moradoras de Efrat, são mortas no sul de Jerusalém numa ação reivindicada pelo mesmo grupo que realizou o ataque a Gilad Zar.

– 18 de junho de 2001: Doron Zisserman é baleado e morto por franco atiradores da OLP.

– 26 de agosto de 2001: Dov Rosman é morto num ataque a tiros.

– 06 de setembro de 2001: Durante um casamento, Erez Merhavi é morto em uma emboscada a tiro perto de Hadera, numa ação da OLP.

– 20 de setembro de 2001: Sarit Amrani é morta a tiros por franco-atiradores de um dos grupos da OLP diante do marido e de 3 filhos.

– 04 de outubro de 2001: Ataque de uma facção da OLP à rodoviária de Afula deixa 3 mortos e 13 feridos.

– 27 de novembro de 2001: Novo ataque de grupos ligados à OLP deixa 2 mortos e 50 feridos na rodoviária de Afula.

– 29 de novembro de 2001: Atentado suicida reivindicado por grupos ligados à OLP deixa 3 mortos e 9 feridos em um ônibus da Egged na linha Nazareth-Tel Aviv.

– 12 de dezembro de 2001: 11 mortos e 30 feridos num ataque a um ônibus e diversos carros perto da entrada para Emmanuel, na Samaria. Dois grupos ligados à OLP assumem a autoria.

– 15 de janeiro de 2002: Avi Boaz, um cidadão americano de 71 anos, foi sequestrado em um posto de segurança da Autoridade palestina de Beit Jala. Seu corpo cheio de balas foi encontrado em um carro perto de Belém. Um grupo da OLP assumiu a autoria da barbárie.

– 15 de janeiro de 2002: Yoela Chen, de 45 anos, foi morta por um terrorista ligado à OLP.

– 17 de janeiro de 2002: Invasão de uma festa de Bat Mitzvá por terroristas ligados à OLP faz 6 mortos e 35 feridos em Hadera.

– 22 de janeiro de 2002: Duas pessoas são mortas e 40 ficam feridas quando um terrorista da OLP abriu fogo contra uma parada de ônibus no centro de Jerusalém.

– 27 de janeiro de 2002: Uma pessoa foi morta e mais de 150 ficaram feridas por uma mulher-bomba da OLP no centro de Jerusalém.

– 06 de fevereiro de 2002: Terroristas palestinos usando roupas das Forças de defesa de Israel invadem a casa de uma família israelense e matam mãe e filha. Dois grupos da OLP assumem a responsabilidade do assalto.

– 18 de fevereiro de 2002: Ahuva Amergi foi morto e um homem de 60 anos foi ferido quando um terrorista da OLP abriu fogo contra o carro onde viajavam. Quando o major Mor Elraz, de 25 anos, e o sargento Amir Mansouri, de 21, detiveram o terrorista, este acionou os explosivos que tinha no corpo matando os dois jovens soldados.

– 22 de fevereiro de 2002: Valery Ahmir é foi morto por terroristas da OLP num tiroteio ao norte de Jerusalém.

– 25 de fevereiro de 2002: Avraham Fish e Aharon Gorov são mortos em um ataque a tiros ao sul de Belém. A filha de Fish, grávida de 9 meses, ficou gravemente ferida. O ataque foi atribuído à OLP.

– 25 de fevereiro de 2002: O oficial de polícia Galit Arbiv, de 21 anos, morreu depois de ter sido atingido por tiros disparados por membros da OLP em um ponto de ônibus em Neve Ya’akov, região norte de Jerusalém. Oito pessoas ficaram feridas.

– 27 de fevereiro de 2002: Gad Rejwan foi baleado e morto por um de seus funcionários em uma fábrica ao norte de Jerusalém. O funcionário era ligado à OLP.

– 02 de março de 2002: Um ataque suicida de membros de um dos grupos da OLP mata 11 pessoas e fere mais de 50 num bairro judeu ultra-ortodoxo de Jerusalém.

– 05 de março de 2002: 3 pessoas são mortos e mais de 30 pessoas ficam feridas quando terroristas da OLP abriram fogo contra dois restaurantes de Tal Aviv.

– 05 de março de 2002: Devorah Friedman, de Efrat, foi morta e seu marido ferido em um ataque a tiros em Belém, ao sul de Jerusalém. O ataque foi reivindicado por grupos ligados à OLP.

– 09 de março de 2002: Avia Malka, de apenas 9 meses, e Israel Yihye, de 27 anos são mortos e cerca de 50 pessoas ficaram feridas quando dois terroristas da OLP abriram fogo e lançaram granadas em carros e pedestres na cidade costeira de Netanya.

– 21 de março de 2002: Um homem-bomba pertencente a uma organização da OLP explodiu-se no meio de uma multidão que estava a fazer compras. 3 pessoas morreram e 86 ficaram feridas.

– 29 de março de 2002: Dois mortos e 28 feridos depois que uma mulher bomba explodiu-se num supermercado de Jerusalém. Ela era ligada à OLP.

– 30 de março de 2002: Um morto e 30 feridos em um atentado suicida em Tel Aviv.

– 12 de abril de 2002: Seis mortos e 104 feridos numa parada de ônibus na entrada do mercado Mahane Yehuda em Jerusalém.

– 27 de maio de 2002: Ruth Peled e sua neta de 14 meses morrem e 37 pessoas ficam feridas nas proximidades de uma sorveteria de Petah Tikva.

– 28 de maio de 2002: Albert Maloul foi morto quando tiros foram disparados por terroristas da OLP contra o carro em que viajava numa estrada variante de Ramallah.

– 28 de maio de 2002: Netanel Riachi, de 17 anos, Gilad Stiglitz, de 14, e Avraham Siton, de 17, foram mortos enquanto estavam jogando basquete. Uma brigada ligada à OLP reivindicou o ataque.

– 19 de junho de 2002: Sete pessoas são mortas e 37 feridas em uma parada de ônibus no bairro de French Hill de Jerusalém.

– 20 de junho de 2002 : Em Itamar, povoado ao sul de Nablus, Rachel Shabo, de 40 anos, e três de seus filhos – Neria, de 16, Zvika, de 12 e Avishai, de apenas 5 anos, foram mortos por um terrorista ligado à OLP. Quando o vizinho Yosef Twito, de 31 anos, veio em socorro foi morto também.

– 25 de julho de 2002: o rabino Elimelech Shapira é morto num ataque atribuído à OLP.

– 26 de julho de 2002: O sargento Elazar Lebovitch, o rabino Yosef Dikstein, sua esposa Hannah e seu filho Shuv’el Zion, com apenas 9 anos, foram mortos em um tiroteio ao sul de Hebron. Outros dois filhos do casal ficaram feridos. O ataque foi reivindicado por grupos ligados à OLP.

– 30 de julho de 2002: Shlomo Odesser, de 60 anos, e seu irmão Mordechai, de 52, foram mortos por terroristas ligados à OLP nas proximidades da aldeia de Jama’in.

– 04 de agosto de 2002: 2 pessoas foram mortas e 17 ficaram feridas quando um terrorista de um grupo ligado à OLP abriu fogo com uma pistola perto do Portão de Damasco da Cidade Velha de Jerusalém.

– 05 de agosto de 2002: Avi Wolanski e sua esposa Avital, de Eli, foram mortos e um de seus filhos, de 3 anos, foi ferido quando os terroristas abriram fogo contra seu carro na estrada Ramallah-Nablus. O atentado foi reivindicado por um grupo dissidente, mas que era ligado ao presidente da OLP, Yasser Arafat.

– 10 de agosto de 2002: Yafit Herenstein foi morta e seu marido, Arno, gravemente ferido quando um terrorista de um grupo ligado à OLP se infiltraram no moshav onde moravam e abriu fogo contra sua casa.

– 18 de setembro de 2002: Yosef Ajami foi morto por terroristas da OLP quando estes atiraram contra seu carro na localidade de Mevo Dotan, ao norte de Jenin.

– 29 de outubro de 2002: Três pessoas, incluindo duas crianças de quatorze anos, foram mortos a tiros por um terrorista ligado à OLP.

– 10 de novembro de 2002: Revital Ohayon e seus dois filhos, Matan, de 5 anos, e Noam, de 4, foram mortos por terroristas de um dos grupos da OLP. No mesmo ataque morreram Yitzhak Dori e Tirza Damari.

– 28 de novembro de 2002: 5 mortos e 40 feridos num ataque contra um posto de eleição do partido Likud em Beit She’na. Os mortos e os feridos estavam participando das eleições primárias daquele partido. O ataque foi atribuído a pessoas ligadas á OLP.

– 24 de abril de 2003: 1 morto e 13 feridos num atentado suicida em frente à estação de trens da cidade de Kfar Saba. Três grupos ligados à OLP assumiram responsabilidade conjunta pelo ataque.

– 05 de maio de 2003: Gideon Lichterman foi morto num ataque contra seu veículo na Samaria. Sua filha Moriah, de 6 anos, e um soldado de reserva, ficaram gravemente feridos.

– 19 de maio de 2003: 3 pessoas foram mortas e 70 ficaram feridas em um atentado suicida na entrada para o shopping Amakim Mall, em Afula. Três grupos ligados à OLP assumiram a autoria do ataque.

– 29 de agosto de 2003: Shalom Har-Melekh foi morto e sua esposa Limor, que estava grávida de sete meses ficou ferida num ataque atribuído à terroristas ligados à OLP. Em decorrência do ataque, Limor deu à luz prematuramente a uma menina.

– 29 de janeiro de 2004: 11 pessoas foram mortas e mais de 50 ficaram feridas em um atentado suicida contra um ônibus Egged. Três grupos ligados à OLP assumem a autoria.

– 14 de março de 2004: 10 pessoas foram mortas e 16 ficaram feridas em um atentado suicida duplo no porto de Ashdod.

– 02 de maio de 2004: Tali Hatuel, de 34 anos, e suas filhas Hila, de 11, Hadar, de 9, Roni, de 7 e Merav, com apenas 2 anos, foram mortas quando dois terroristas da OLP dispararam contra o carro em que viajavam na entrada do assentamento de Gush Katif. O atentado foi atribuído a dois grupos ligados à OLP.

ANDS | AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Publicado por: noticiasdesiao | 26 de dezembro de 2016

DAVID CONTRA-ATACA

ISRAEL CONVOCA EMBAIXADORES DE PAÍSES QUE APROVARAM RESOLUÇÃO NA ONU

O Governo de Benjamin Netanyahu convocou os embaixadores israelenses nos países que aprovaram a Resolução 2334 no Conselho de segurança da ONU. O que isso significa?

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Agora é oficial, Israel está proibido, pela Organização das Nações Unidas (ONU), de construir casas para seus cidadãos em novos bairros situados em regiões legítimas da Judeia ou Samaria. Numa primeira atitude diplomática, Benjamin Netanyahu convocou de volta todos os embaixadores creditados nos países responsáveis pela aprovação da resolução, mais o embaixador de Israel nos Estados Unidos (EUA), país que preferiu abster-se na votação.

Esta ação tem diversas interpretações (e objetivos) sendo que as principais são: 1. Assinalar, diplomaticamente, que o Estado de Israel repudia a tomada de posição dos países onde os embaixadores estão acreditados; 2. Inquerir dos embaixadores onde foi que eles falharam, se é que isso é algo possível neste caso; 3. Analisar acordos bilaterais existentes entre Israel e cada país representado pelos embaixadores convocados; 4. Analisar as parcerias existentes entre empresas israelenses e empresas ligadas aos países que votaram contra os interesses de Israel. Esta é a mais complexa das ações, pois depois de ouvir os embaixadores o Governo de Jerusalém decidirá que medidas concretas podem ser tomadas em relação ao país que votou contra.

Além das posições que serão tomadas após as consultas aos embaixadores, há algumas, concretas, que já foram acionadas. Na primeira delas, Jerusalém cancelou a visita oficial do primeiro-ministro da Ucrânia que já estava agendada para o início do próximo ano.

Além dos Estados Unidos, os demais membros permanentes do Conselho de Segurança são Rússia, China, Reino Unido e França. Votaram também contra todos os países que atualmente fazem parte como membros transitórios, que são Japão, Angola, Espanha, Uruguai e Egito.

No plano interno, todos os países com representação diplomática em território israelita foram ontem, Dia de Natal, chamados pelo governo para dar explicações sobre a postura dos seus respectivos países.

Este domingo, depois da reunião do governo israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que o seu gabinete está elaborando um plano de ação para responder à Resolução 2334.

A RESOLUÇÃO VERGONHOSA

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Leia aqui a íntegra da Resolução 2334 da ONU (texto original em inglês)

“Faremos tudo o que for preciso para que Israel saia ileso desta decisão vergonhosa”, afirmou o primeiro-ministro ao jornal americano New York Times.

O embaixador dos Estados Unidos não foi chamado, porque Samantha Power, representante dos EUA nas Nações Unidas, não votou a favor, apenas se absteve. Mas foi precisamente a abstenção de Power que permitiu a aprovação da resolução, uma ruptura histórica, pois há décadas o país norte-americano alinha-se a Israel nas suas decisões.

As relações entre os dois países durante a administração de Barack Obama têm sido tensas. O ponto mais complicado desta relação, até à aprovação desta resolução, aconteceu quando Benjamin Netanyahu viajou numa visita oficial aos Estados Unidos e discursou no Congresso dos EUA a convite dos republicanos, sem coordenar a visita com a administração Obama.

Após a decisão do Conselho de segurança, Benjamin Netanyahu voltou a criticar a postura do governo Obama e manifestou esperança no futuro governo do republicano Donald Trump.

A sorte de Israel (e dos EUA) é que o (des)governo do Barack Obama está dando seus últimos suspiros. É por estas e outras que devemos ser gratos ao ETERNO pela vitória de Donald Trump.

ANDS | NYT | OBSERVADOR

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