Publicado por: noticiasdesiao | 24 de junho de 2017

CURSO DE ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA

ACOMPANHANDO UMA VIAGEM

Nas próximas semana, Notícias de Sião (ANDS) estará acompanhando, em Israel, um grupo de alunos do Curso de Arqueologia e História Bíblica, uma realização conjunta do Instituto Moriah e da Universidade Hebraica de Jerusalém. Como ponto de partida da nossa cobertura, vamos destacar detalhes de uma escavação que está em pleno desenvolvimento no sítio arqueológico de Tel Gezer.

Antes de falar sobre o que os arqueólogos têm encontrado em Tel Gezer nos dias de hoje, é bom conhecermos um pouco do que se passou lá. Segundo Miguel Nicolaevsky, pesquisador bíblico e diretor do portal CAFETORAH, “um passeio por Tel Gezer é algo envolvente, pois o visitante pode contemplar a topografia e ter a sensação de estar nela há 2000 ou 3000 anos atrás”, pois, segundo o estudioso, “a região não mudou muito desde então”.

A importância arqueológica de Tel Gezer ficou patente quando os arqueólogos descobriram o Calendário de Gezer, uma placa onde estão descritos os períodos agrícolas do judaico. Depois, outras achados foram-se juntando a este e a importância do sítio foi subindo.

Outro detalehe que marca a importância histórica de Tel Gezer é o fato de lá ter sido encontrada uma porta construída nos tempos do Rei Salomão. Os arqueólogos não têm dúvidas quanto a autenticidade desta descoberta, pois a estrutura da porta segue os mesmos padrões utilizados por Salomão em construções semelhantes nas cidades de Megido e de Hatzor, na Galileia.

As ruínas de Tel Gezer apontam que ali, um dia, existiram fortificações cananitas, restando ainda vestígios das cavalarias, do mercado, das câmaras de armazenamento dos cereais, do portal da cidade e o sistema hídrico que a abastecia. Este sistema hídrico (imagem ao lado) está completo e operacional, ou seja, ainda é possível recolher e utilizar a água da mesma forma que os cananeus faziam há mais de 3000 anos e posteriormente os hebreus também o fizeram.

O sistema hídrico de Tel Gezer foi descoberto por volta do ano 1900 do século passado pelo arqueólogo irlandês Robert Alexander Stewart Macalister. O túnel estava então parcialmente aterrado e Macalister desistiu de desobstruí-lo, pois não tinha recursos para o empreendimento. O que só seria realizado mais de um século depois, justificando as dificuldades encontradas por Macalister.

Em 2010, finalmente, uma equipe de arqueólogos e voluntários retirou do local cerca de 39m³ de detritos, sendo que 50% era rocha e 50% outros entulhos. Um ano depois, novo esforço concentrado, sendo que desta vez foram retirados finalmente tudo, que contabilizou a estonteante quantia de 132m³ de detritos, totalizando mais de 231 toneladas de lixo.

UMA DESCOBERTA MAIS EMOCIONANTE


Fragmento encontrado entre as paredes cananita e hebraica

A importância de Tel Gezer para a História é inquestionável. Sabe-se hoje que Gezer foi citada em correspondências egípcias ainda do período cananeu, quando a cidade estava associada ao Império Egípcio antigo. Mas, mais recentemente, sendo mais objetivo, neste primeiros meses de 2017, as escavações trouxeram à tona uma importante comprovação da veracidade dos relatos bíblico.

O Primeiro Livro de Reis, do Tanach judaico, registra: “Porque Faraó, rei do Egito, subiu e tomou a Gezer, e a queimou a fogo, e matou os cananeus que moravam na cidade, e a deu em dote à sua filha, mulher de Salomão.” (1 Reis 9:16).

Pois bem, ANDS esteve neste quinta, 22, em Tel Gezer, acompanhado do pesquisador Miguel Nicolaevsky, e tivemos a oportunidade de estudar de perto as provas arqueológicas deste acontecimento.

Estudando o que resta de Gezer é possível observar os vários níveis da edificação da cidade. Numa das paredes vê-se claramente que a base é do período cananita (mais de 3 mil anos) e a parte superior do período judaico, quando a cidade, depois de destruída pelo faraó do Egito, foi reedificada por Salomão, rei de Israel.


Miguel Nicolaevsky explora a camada intermediária das paredes de Tel Gezer

Acima da base cananita há uma espessa camada de detritos separando-a da parte superior da construção. Se fizermos uma comparação com um bolo, a parte inferior seria o lado de baixo do bolo, a parte superior, o lado de cima, e esta camada de detritos seria o recheio do bolo.

A parte de baixo foi construída pelos cananitas, depois os egícios destruíram a cidade, o resultado da destruição foi compactado e sobre a mesma base a cidade foi reerguida. Ou seja, quando investigamos o “recheio” desta parede, nós encontramos nele fragmentos de artefatos e materiais da época da destruição.

Neste momento, Nicolaevsky destacou a presença de pedaços de cerâmica, muita cinza e carvão, inclusive um pedaço significativo com cerca de 15cm³, Trata-se de uma prova inconteste de que aquela cidade foi um dia destruída pelo fogo. Exatamente como relata o livro de 1 Reis.

Esta é uma prova de que quando fazemos arqueologia em Israel nós não comprovamos apenas a História, nós descobrimos a Bíblia.


Fragmento de carvão encontrado em Tel Gezer atesta a veracidade de mais um relato bíblico

ANDS

Publicado por: noticiasdesiao | 15 de junho de 2017

A DEMOCRACIA DERROTARÁ A AMÉRICA

A AFUNDAÇÃO DO CANADÁ

“Em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas.”

Numa rede social escrevi o seguinte comentário: “Em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas.” A frase surgiu depois que li uma declaração do primeiro-ministro canadense onde ele afirmava que “os cristãos evangélicos são o que de pior existe na sociedade canadense”.

Instalou-se a polêmica. Não pela frase do primeiro-ministro, mas sim pela minha conclusão.

“Por que?!”; “quero saber”; “pode explicar?”; “será por causa do frio?”; “informação ou opinião?”; “bola de cristal?!”, foram algumas das indagações.

Mas, houve também quem partisse para a ironia, para as indiretas, para as acusações, : “Comentário mais sem sentido”.“profetizou Nostradamus”; “mais reacionário impossível”; “xenófobo”.

Como demorei a responder, tome mais acusações e indiretas: “Quem devia responder se omite”; “estranho o silêncio”; “deve ter sido acometido por uma diarreia”…

Depois de algum tempo, e de uma amiga ter dito que eu estava devendo uma resposta, porque não via sentido no meu comentário, comecei a responder. Como a construção da resposta pareceu-me interessante, resolvi compartilhar no blog.

NOTA: O texto abaixo é uma resposta dada numa rede social, portanto não tem, evidentemente, uma estrutura jornalística.


Entre os valores reacionários e as perspectivas progressistas, fico com os primeiros.

DA CASA JUDAICO-CRISTÃ À MESQUITA ISLAMO-TERRORISTA DA PRADARIA

No meu comentário sugeri que “em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas”. Poderia ter expandido o conceito e ao invés de “piores países” poderia ter dito “piores lugares”, pois além dos 35 países que compõem as Américas, há no continente 27 outros territórios e dependências ligadas a países europeus. E dentre estes 62 lugares, o Canadá, para mim, será um dos piores para se morar daqui há 10 anos.

Não tenho bola de cristal nem a afirmação é uma especulação, trata-se de uma conclusão nascida de argutas observações. Posso estar errado? Claro, mas arrisco prognosticar.

É difícil dizer quando começa a débâcle canadense e muito menos quando eu comecei a observá-la. Há 10 anos, surgiu na televisão canadense uma sitcom chamada Pequena Mesquita da Pradaria (Little Mosque on the Prairie). Produzida pela CBC, a série, que foi ao ar de 2007 a 2012, mostrava situações engraçadas envolvendo o líder espiritual muçulmano Amaar Rashid e o reverendo anglicano Duncan Magee na fictícia cidade de Mercy. Numa clara alusão ao clássico Pequena Casa da Pradaria (Little House on the Prairie), a produção canadense soa-me hoje como profética.

A série americana Little House on the Prairie, transmitida na década de 1970 e que no Brasil chamou-se “Os Pioneiros”, mostrava como a cultura judaico-cristã foi espalhada por todo os Estados Unidos. Já a série canadense mostra como a cultura islâmica está sendo se espalhando por todo Canadá.

Em Little House on the Prairie vemos uma família nuclear, vemos cultura, vemos a Bíblia sendo lida em família, vemos os valores morais sendo apregoados. Já em Little Mosque on the Prairie vemos intriga, corrupção, o Alcorão sendo estudado, vemos a pregação a um ecumenismo rasteiro, onde o cristianismo é escarnecido e o islamismo é exaltado.


Equipe de Governo do PM Justin Trudeau: Politicamente correto, estrategicamente frouxo.

VALORES EM MUDANÇA

Mas, não basta abrir mesquitas para se implantar uma cultura tão radical como o islamismo, é preciso conivência do Estado. E o melhor que poderia acontecer para isso foi a chegada ao poder do fraquíssimo Justin Trudeau.

Da mesma forma que suspeito de técnicos de futebol que confiam mais na cor das calças que vestem do que nas técnicas que aplicam em campo, desconfio do político que monta seu gabinete focando mais em gênero do que em competência. Quando Trudeau apresentou sua equipe de governo bem divididinha, metade composta por homens, metade por mulheres, um negro aqui, um deficiente lá, um homo cá, um hétero acolá, aborígenes, sikhs, etc., na hora pensei: “Boa coisa não vai dar”.

Antes que eu seja criticado, é bom deixar claro que não tenho nada contra mulheres na política e nem pensem que suspeito da capacidade de um deficiente. Fui fã de Margaret Thatcher e tenho o maior respeito pelo que fez Franklin D. Roosevelt durante a II Guerra. O problema é que Trudeau focou mais no argumento da diversidade do que na competência para organizar o seu gabinete. Ao invés de destacar a capacidade dos escolhidos, quando lhe perguntaram porque tinha feito aquilo, ele simplesmente respondeu: “Porque é 2015”.

Para mim pareceu resposta de técnico do Palmeiras: “Por que achas que a sua equipe pode ganhar?” “Porque estou com calças cor de vinho!”

E como besteira pouca é bobagem, Trudeau começou a escancarar as fronteiras canadenses praticamente para um único segmento de imigrantes: os muçulmanos.

O Canadá, que já vinha há anos restringindo as manifestações judaico-cristã, não só passou a acolher os muçulmanos, como a eles não são feitas restrições alguma.

O judeu pode comemorar o Chanukah, desde que o faça de forma discreta; o cristão pode comemorar o Natal, mas desejar “Feliz Natal” ou usar músicas referentes ao tema não é permitido. Desejem “Boas Festas”, mas não “Feliz Natal” é a ordem.

Acontece que as práticas muçulmanas estão livres destas restrições. O Ramadan pode ser comemorado livremente. As cantinas das escolas não podem servir refeições kosher, mas os lanches hallal são obrigatórios. Alunos cristãos não podem manifestar publicamente sua fé, pois são proibidos até mesmo de levantar os olhos e as mãos para o céu após uma boa jogada esportiva, mas os muçulmanos podem lançar-se ao chão para suas rezas quando e de que forma quiserem.

Veja, na foto acima, o que acontece na escola pública de Valley Park, de Toronto. Todas as sextas-feiras os alunos recebem a visita do imã da mesquita próxima da escola. A foto mostra os alunos reunidos numa grande sala. Na parte da frente estão os meninos, afinal de contas eles são mais importantes; atrás dos meninos estão as meninas “normais” e atrás dessas as meninas menstruadas, que pelo estado em que se encontram são proibidas de rezar. E isso é apoiado pelo Governo que montou o mais politicamente-correto gabinete da história do Canadá.

Eu seria capaz de escrever horas e horas sobre o que está acontecendo no Canadá, mas isso não só tornaria enfadonho este tópico como não tenho mais saúde para ficar tanto tempo diante do teclado. Por isso vou pontuar algumas coisas.


Mesquitas, Madrassas e centros culturais islâmicos avançam por todo o Canadá.

SHARIA

A medieval lei islâmica está avançando rapidamente por todo o Canadá, tanto a nível nacional, provincial como local. Os governos provinciais do Canadá vem reconhecendo a Sharia de forma tácita, como, por exemplo, permitindo que homens muçulmanos possam estabelecer famílias baseadas na poligamia.

Em 2003, muçulmanos de Ontário tentaram fazer com que o governo provincial deixasse de lado as leis canadenses e implementassem a Sharia para todos os canadenses! Após um debate acalorado, o primeiro-ministro de Ontário negou a implementação da Sharia… pelo menos por enquanto.

Em 2008, o governo municipal de Edmonton, na província de Alberta, se tornou o primeiro no Canadá a negar o acesso de homens às piscinas públicas durante certas horas da semana, para que as mulheres muçulmanas possam cumprir as exigências da Sharia.

Em 2011, o governo municipal de Huntingdon, na província de Quebec, ofereceu uma moratória de impostos de propriedade por 1 ano para atrair residentes muçulmanos e construiu uma mesquita e um matadouro hallal num primeiro passo para o cumprimento das leis da Sharia.

Em uma pesquisa de 2011, 62% dos muçulmanos de Ottawa expressaram o desejo de viver sob as leis da Sharia. Sessenta e dois por cento!

Hoje já é possível ver policiais de hijab e há cidades onde as viaturas da polícia já vem com inscrições em árabe. Se as forças da lei serão ou não usadas para fazer cumprir a Sharia, não sabemos. Só o tempo poderá dizer.


O primeiro-ministro canadense é assíduo frequentador de mesquitas

POLÍTICA E SOCIEDADE

Em 2015, Justin Trudeau afirmou numa conferência que o Islã era “mais pacífico do que o Cristianismo”e que ele, que até então era cristão, preferia agora “identificar-se com o islamismo”. A oportunidade, Trudeau disse: “Depois de conhecer milhares de novos refugiados sírios, ouvir suas histórias e aprender mais sobre a fé muçulmana, aprendi a amar o Islã e as pessoas do Islã. O Islã promove a paz, não a violência e, de fato, é mais pacífico do que o cristianismo.”

Em 2017, Justin Trudeau disse que “os cristãos são a pior parte da sociedade canadense”.

Em 2017, Trudeau nomeou Ahmed Hussen, um muçulmano, como Ministro da Imigração.

Em 2017, o deputado cristão David Anderson, apresentou no Parlamento Canadense uma proposta de condenação “a todas as formas de racismo sistêmico, intolerância religiosa e discriminação de muçulmanos, judeus, cristãos, sikhs, hindus e outras comunidades religiosas”. A proposta foi rejeitada por 165 parlamentares enquanto 126 votaram a favor.

Já quando o deputado muçulmano Iqra Khalid apresentou, no mesmo Parlamento, uma proposta de condenação “à islamofobia”, a proposta foi aprovada por 201 deputados e rejeitada por 91.


Justin Trudeau rezando em uma mesquita de Quebec


Trudeau fazendo refeição hallal entre mçulmanos canadenses

DOIS PESOS

Quando um fanático não muçulmano atacou a Mesquita de Quebec, num pronunciamento emocionado, quase chorando, Justin Trudeau disse aos muçulmanos: “Nós os defenderemos, nós os amamos e nós lhes daremos todo nosso apoio”.

Mas quando os muçulmanos atacam cristãos ou judeus, os canadenses se calam. Num sermão feito no Centro Islâmico Andaluz de Montreal, o imam Sayed Al-Ghitawi, pediu a Allah para “destruir os judeus malditos” e elogiou os terroristas que investem contra os judeus. O que fez Justin Trudeau? Nada!

Vejam um trecho do sermão de Sayed Al-Ghitawi: “Oh Allah, dê vitória aos nossos irmãos que se envolvem na Jihad por seu bem [de Allah] em todos os lugares, oh senhor dos Mundos, oh Allah, dê vitória aos nossos irmãos que se envolvem na Jihad na Palestina. Oh Allah, conecte-se aos seus corações. Oh Allah, firme os pés. Oh Allah, firme os pés. Oh Allah, dê-lhes vitória sobre o inimigo. Oh Allah, destrua os judeus malditos! Oh, Allah, mostre-nos o dia negro que você inflige sobre eles. Oh Allah, faça que os seus filhos [dos judeus] fiquem órfãos e que suas mulheres fiquem viúvas.”


Militares islâmicas da marinha Canadense: Forças Armadas repletas de muçulmanos.

CONCLUSÃO: As projeções apontam que ao longo dos próximos 18 anos, a população muçulmana do Canadá ira mais do que TRIPLICAR. Se isso de fato se confirmar, duvido que o Canadá não se transforme num dos piores lugares para se morar em todas as Américas.

FONTE | ARQUIVOS ANDS

Publicado por: noticiasdesiao | 6 de junho de 2017

O TERROR ISLÂMICO E A LIÇÃO ISRAELENSE

ATENÇÃO EUROPA, OLHE PARA ISRAEL E APRENDA COM ELE.

É melhor para Israel ter problemas hoje com seus inimigos do que ter sido por eles aniquilado no passado. Não precisar escolher entre “os nossos filhos ou os filhos deles” seria a melhor coisa, mas se a opção for entre crianças e jovens europeus trucidados ou a expulsão compulsória de jihadistas, a resposta não é exatamente difícil.


Acima: Israel, 1967 – Cidadãos livres e terroristas dominados.
Abaixo: Londres, 2017 – Terroristas livres e cidadãos dominados.

APRENDENDO A GANHAR DO TERROR COM A GUERRA DOS SEIS DIAS

POR VILMA GRYZINSKI PARA A REVISTA VEJA

Os últimos atentados na Inglaterra expuseram para quem quiser ver praticamente todas as páginas do manual de como um Estado poderoso e altamente equipado pode perder para terroristas armados com facões.

A palavra-chave é simples: medo. Medo de provocar reações negativas. Medo de dar a impressão de comportamento abusivo. Medo de se indispor com a “comunidade”.

E, acima de tudo, medo de enfrentar manifestantes, advogados e políticos dispostos a defender terroristas em potencial como se fosse vítimas de discriminação e do sistema mau que quer impor limites às liberdades públicas.

Imaginem os coitadinhos que não possam viajar para a Síria, o Iraque e o Paquistão fazer seus cursos de graduação em extermínio de crianças, mulheres e homens. Onde ficar o direito de ir e vir?

A parte de vir envolve o retorno desses assassinos munidos de passaportes que lhes conferem o direito inquestionável de voltar dos cursos avançados de terror e esperar o momento adequado para por seus conhecimentos em prática.

A GANGUE DOS TRÊS

Aos que ficam na Inglaterra mesmo, a liberdade de opinião garante que preguem a extinção de todos os fundamentos do próprio estado de direito. Incluindo democracia, igualdade de todos perante a lei, sexo consensual entre quem tem idade para consentir, emancipação das mulheres. Imaginem só, falar em emancipação das mulheres a essa altura dos acontecimentos.

As revelações sobre o chefe da gangue dos três que tocaram o terror na London Bridge mostram que foi denunciado por vizinhos, “entrevistado” pela polícia, filmado num documentário sobre jihadistas com a bandeira do Estado Islâmico.

E o que aconteceu? O sujeito trabalhou no metrô do Londres, bem na estação de Westminster, a do Parlamento britânico. Ao lado do lugar onde um colega atropelou e esfaqueou cinco.

E o que aconteceu? Foi dispensado, depois de um período de experiência, porque faltava muito. Logo, logo descobrem que levou uma boa indenização. Aliás, o uso de benefícios sociais e bolsas de estudos para financiar terroristas já está bem comprovado na Inglaterra.

Vejam os números: pelo menos 800 ultrarradicais que entraram para o Estado Islâmico e foram praticar atrocidades na Síria e no Iraque estão de volta à Grã-Bretanha. O total de “jihadistas”, a designação suave, é de mais de 3 000.

Mas, depois do homem-bomba de Manchester, vieram à tona números que mencionam 23.000 simpatizantes de alguma maneira ativos do extremismo islâmico.

TRINCHEIRA NO QUINTAL

Como os serviços de segurança altamente formados, sofisticados, equipados e experientes deixam passar tantos casos de extremistas que só faltam carimbar “terrorista” na testa?

A explicação deve estar na doutrina, não nos quadros. Entra aí uma pequena história da espantosa Guerra dos Seis Dias, relembrada agora porque completa cinquenta anos.

É difícil para quem vê, hoje, a superioridade bélica, material, pessoal, profissional, estratégica e logística de Israel imaginar que, cinquenta anos atrás, o país enfrentava uma real possibilidade de extermínio.

Contra Israel, nos campos de batalha, juntavam-se os exércitos de Egito, Síria e Jordânia, mais a participação relativamente simbólica de Iraque e Líbano. Outros sete países, além da OLP, a Organização de Libertação da Palestina, a principal interessada, também participavam.

No livro A Porta dos Leões, de Steven Pressfield, escritor americano que tem a vantagem de ter sido fuzileiro naval, muitos das pessoas que relatam suas memórias sobre os dias antes da guerra-relâmpago lembram como ouviam um famoso locutor egípcio anunciando dia e noite pelo rádio: “Judeus, vocês vão ser jogados no mar”.

“Cortem as gargantas deles” era a música mais popular em Damasco, entoada em manifestações de rua. Moradores da fronteira com a Jordânia viam, literalmente, os tanques enfileirados da Legião Árabe. Alguns cavavam trincheiras em jardins e quintais.

UM OLHO A MENOS

O general mais famoso de Israel estava aposentado. Moshe Dayan tinha gênio irascível, ego incontrolável, um olho a menos e pensamento estratégico. Ou seja, o tipo de cara que um país precisa quando está em risco de aniquilação.

Esperava ser chamado de volta pelo primeiro-ministro, Levi Eshkol, por quem nutria desgosto profundo. Enquanto isso não vinha, visitava o front por conta própria, fardado e, claro, com um oficial de serviço.

Sua filha, Yael Dayan, descreveu assim no livro mencionado um comentário essencial dele: “Meu pai discorreu sobre a diferença entre ‘intenção’ e ‘objetivo’. Em qualquer ordem do dia, a intenção está acima e é mais importante que o objetivo”.

“O problema de Eshkol era sua intenção de preservar Israel a qualquer custo”, continuou o general. Segundo sua interpretação, Eshkol estava cedendo às pressões dos Estados Unidos para não ir à guerra, pensando que assim alcançaria o objetivo de salvar Israel.

“A intenção do primeiro-ministro tem que ser ‘preservar a nação destruindo as forças que se alinham contra ela’”, concluiu Dayan.

Esta visão salvou Israel e levou o país a uma expansão territorial que criou seus próprios problemas. De forma geral, para Israel é melhor ter hoje estes problemas do que ter sido aniquilado como pretendiam seus inimigos

FRAQUEZA DOUTRINÁRIA

A vitória na Guerra dos Seis Dias, posteriormente seguida de concessões negociadas, levou um grande líder egípcio, Anuar Sadat, e seu grande exército, sob mediação americana, a assinar um acordo de paz em vigor até hoje.

O único equivalente é o da Jordânia, um país importante, mas muito menor que o Egito. Só isso tem garantido que não haja uma guerra generalizada no Oriente Médio.

É claro que os cabeças dos serviços de segurança da Grã-Bretanha conhecem todas as táticas e estratégias das guerras passadas, simétricas ou assimétricas. É claro que entendem que a batalha travada pelo terrorismo islâmico contra os países ocidentais – fora a guerra dentro das próprias fileiras muçulmanas – ainda está no começo.

E é claro que, como instituições democráticas, precisam lidar também com partidos, organizações e uma fatia da opinião pública que resiste automaticamente a suas ações.

Muitos são treinados, doutrinados, orientados e, em muitos casos, até pagos para repetir infinitamente que o perigo real é a islamofobia e que qualquer reação ao terrorismo implica em injustiçar inocentes.

Mas é claro também que tem uma fraqueza intrínseca no campo doutrinário, além de operacional. É nisso que a teoria Dayan revela sua importância.

Querem proteger a população britânica a qualquer custo ou levar a destruição ao coração do inimigo? É preferível chorar de alegria em Jerusalém (mesmo que depois enfrentar o medo das facadas) ou passar a vida esperando a aniquilação?

Um dos grandes avanços da civilização é quando se alcança o estágio de não ser necessário fazer esta escolha. Não precisar escolher entre “os nossos filhos ou os filhos deles”. Mas, se escolha for entre crianças e jovens trucidados ou, por exemplo, expulsão compulsória de jihadistas conhecidos, fichados e gravados, a resposta não é exatamente difícil.

ANDS | VEJA

Publicado por: noticiasdesiao | 27 de maio de 2017

A REUNIÃO SECRETA DE DONALD TRUMP EM ISRAEL

NOTÍCIAS DE SIÃO REVELA O QUE OS JORNAIS NÃO PUBLICARAM

A agenda do Presidente Donald Trump previa uma permanência de 28 horas na Terra de Israel. Por quase 27 horas os jornalistas praticamente não desgrudaram da comitiva presidencial, mas teve um momento que a imprensa mundial parece simplesmente querer ignorar. Trata-se de uma importante “reunião de negócios” que envolveu o presidente americano e uma garotinha israelense muito especial. NOTÍCIAS DE SIÃO explica aqui o que aconteceu durante esta misteriosa 1 hora que foi roubada da programação do homem mais poderoso do mundo.

UMA HORA ROUBADA DA AGENDA

Esta semana, durante sua primeira viagem internacional como presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump fez em Israel uma das escalas mais midiáticas. O momento em que o chefe de Estado se postou diante do Kotel passará para a história como o silencio mais ensurdecedor de todos os tempos. Durante os escassos 40 segundos em que esteve parado diante do Muro das Lamentações, o ruído das objetivas dos fotógrafos proporcionou um espetáculo sonoro impressionante.

Surpreendentemente, 1 das preciosas 28 horas que Trump passaria na Terra Santa foi misteriosamente reservada para um encontro para lá de especial.

Dias antes da viagem de Trump ao Estado de Israel, uma criança chamada Emilee Imbar escreveu uma despretensiosa cartinha ao presidente americano manifestando o interesse de conhecê-lo pessoalmente.

Emilee Imbar é uma criança que tem levado uma vida incomum. Com apenas 10 anos, Emilee já passou 70% da sua vida num hospital, pois desde os 3 anos ela praticamente mora no Centro Rachashei Lev, um hospital pediátrico especializado no tratamento do câncer.

Quando Shimi Geshayed, Diretor Geral de Rachashei Lev, tomou conhecimento da cartinha de Emilee, usou sua influência para organizar um encontro entre Emilee e o Presidente Trump. Se Emilee Imbar tinha confiança de que seria recebida por Trump, Shimi Geshayed envolveu-se no projeto de concretizar este sonho.

A CARTINHA DE EMILEE IMBAR

“Querido Senhor Presidente. Bem vindo a Israel. É uma honra vê-lo em nosso país. Terei prazer em sentar-me com o senhor para uma reunião de negócios e espero que um dia eu possa visitá-lo na Casa Branca. Estou grata por conhecê-lo. Senhor Trump, aproveite a estadia. Confio no senhor. Emilee Imbar.”

UM CASO DE DESCASO

Infelizmente, a mídia internacional pouco – ou nenhum – destaque deu a esta sui generis “reunião de negócios”. E tampouco ficamos sabendo o que Emilee tratou com o Presidente dos Estados Unidos, mas de uma coisa temos certeza: não se tratou de uma visita sensacionalista, daquelas tão comuns, onde vemos políticos (e Papas) tomando crianças no colo para serem clicados por um bando de fotógrafos. Donald Trump tem um longo histórico de surpreender pessoas simples com gestos inesperados.

Trinta anos atrás, quando nem sonhava chegar à presidência do país mais rico do mundo, Donald Trump surpreendeu uma família judia com uma atitude impressionante!

Em 1988, o rabino Harold “Hershy” Ten e sua esposa Judy passavam por um drama daqueles capazes de abalar qualquer família. Eles precisavam levar seu filho Andrew, de três anos de idade, de Nova York para Los Angeles. A criança sofria de uma doença respiratória rara e não diagnosticada.

O caso era gravíssimo e a transferência deveria ser feita o mais rápido possível. As companhias aéreas recusavam-se a transportar Andrew , que não podia sair de casa sem vários equipamentos médicos, incluindo um tanque de oxigênio portátil e uma máquina de sucção. Ao tomar conhecimento da história, Donald Trump enviou seu Boeing 727 imediatamente para o Aeroporto LaGuardia de onde Andrew foi levado para o Hospital Infantil Schneider, do Long Island Jewish Medical Center. O tratamento a que foi submetido salvou a vida de Andrew.

Há inúmeros relatos de gestos altruístas protagonizados pelo agora Presidente dos Estados Unidos muito antes dele estar envolvido com política. Ao longo de anos, Trump tem sido um generoso doador para organizações e movimentos filantrópicos, como Instituto de Câncer Dana-Farber e a Operação Sorriso – que oferece cirurgias gratuitas para crianças que nasceram com fissura palatina e que moram em nações pobres.

A mídia, entretanto, parece não estar interessada em divulgar atitudes como estas de Donald Trump. E este parece também não estar preocupado se a mídia dá ou não visibilidade aos seus gestos. Para ele importa que uma hora passada com uma criança como Emilee Imbar não é uma hora perdida. Mesmo que a pauta desta “reunião de negócios” possivelmente nunca venha a ser revelada.


Sara e Bibi Netanyahu, Shimi Geshayed, Emilee Imbar e Donald e Melania Trump.

ANDS | TIMES OF ISRAEL

Publicado por: noticiasdesiao | 26 de maio de 2017

DENTRO DA CASA DO MONSTRO DE MANCHESTER

POLÍCIA INGLESA SUSPEITA QUE PODE HAVER MAIS UMA BOMBA

Salman Abedi morava em um flat cujos apartamentos têm aluguéis que rondam as 1,4 mil Libras por mês.

A polícia inglesa encontrou uma fábrica de bombas na casa de Salman Abedi, o autor do atentado da última segunda-feira. Segundo o jornal britânico The Telegraph, o homem-bomba tinha uma enorme quantidade de produtos químicos explosivos e outros componentes em sua casa.

“A preocupação é que o material que foi encontrado é o suficiente para construir duas ou três bombas e não podemos descartar isso”, disse uma fonte dos serviços de segurança.

A polícia teme que uma segunda bomba tenha sido construída por Abedi e possa estar nas mãos de membros do Estado Islâmico, dada a grande quantidade de material que encontraram, com o qual Abedi conseguiria construir vários dispositivos e distribuir entre outros muçulmanos britânicos.

Salman Abedi morava em um apartamento extremamente arrumado e limpo. O flat onde o apartamento se localiza tem aluguéis que rondam o mínimo das 1,4 mil Libras por mês. Isso corresponde a 1,6 mil Euros ou 5,9 mil Reais!

Não nos parece que um jovem filho de refugiados líbios de 22 anos tivesse lá condições de bancar um apartamento desses e ainda viver a vida que vivia sem ter uma retaguarda forte a lhe sustentar. E tal qual Salman Abedi, há milhares de outros jovens muçulmanos recebendo o mesmo apoio por esta Europa a fora.

ISSO É SIMPLESMENTE ASSUSTADOR!

ANDS | THE TELEGRAPH | OBSERVADOR

Publicado por: noticiasdesiao | 24 de maio de 2017

SAFFIE ROSE ROUSSOS

SALMAN ABEDI APENAS SEGUIU O ALCORÃO

Todo aquele que ouvindo a mensagem do Alcorão não se converter ao islamismo e não passar a praticá-lo, será considerado um infiel. Mesmo que não negue com os lábios, basta não afirmar a fé, já será um infiel.

AS DIFERENÇAS ENTRE UMA COMUNIDADE TERRORISTA E UMA COMUNIDADE ATERRORIZADA

Saffie Rose Roussos tinha 8 anos e estava, com centenas de outras crianças e adolescentes, num concerto de música pop que se realizava numa sala de espetáculos da cidade inglesa de Manchester. Saffie Rose Roussos fazia parte de uma família de imigrantes greco-cipriotas que se mudou para Inglaterra em busca de uma vida melhor. Saffie Rose Roussos não era muçulmana. Saffie Rose Roussos está morta. Ela foi vítima de um ataque terrorista.

Salman Ramadan Abedi tinha 22 anos e morava perto da sala de espetáculos onde Saffie Rose Roussos assistia ao concerto. Salman Ramadan Abedi fazia parte de uma família de imigrantes líbios que se mudou para a Inglaterra e lá viviam a difundir a sua religião. Salman Ramadan Abedi era muçulmano. Salman Ramadan Abedi está morto. Ele realizou o ataque terrorista.

Vizinhos de Saffie Rose disseram que ela era “uma menina cheia de vida, absolutamente adorável e encantadora” e que seus pais “são normais, respeitáveis, pessoas que têm trabalhado duro por toda a vida”.

O pai de Salman Abedi disse que o filho “era tão religioso como qualquer criança que nasça numa família religiosa” e que ele, absolutamente, não acreditava que o filho estivesse “envolvido no ataque que levou à morte de crianças”.

A comunidade a que Saffie Rose pertencia está chocada. E muitas pessoas desta comunidade realizaram diversas manifestações de solidariedade, não só pela criança encantadora que morreu, como também pelas mais de duas dezenas de vítimas que pereceram no mesmo atentado.

A comunidade a que Salman Abedi pertencia está indiferente. E muitas pessoas desta comunidade postaram mensagens de júbilo, louvando a atitude do terrorista que matou as mais de duas dezenas de pessoas no atentado.

Este cruel maniqueísmo está a chocar o mundo. Depois do que aconteceu em Manchester, na Inglaterra, é impossível se calar diante das atrocidades que vêm sendo perpetradas em nome dessa religião que apenas os tolos continuam a definir como “uma religião de paz”.

UM TWEET QUE DIZ TUDO E UM POUCO MAIS

A imagem que ilustra esta matéria mostra uma postagem veiculada no microblog Twitter (a conta já foi encerrada) onde um adepto do Islamismo considera o terror como “justo” e afirma que o muçulmano que enfrentar um kufr, onde quer que se encontre, estará agradando a Allah, que retribuirá com amor.

Kufr em árabe significa cobrir ou esconder algo. Na terminologia shar’i, que é o linguajar legislativo islâmico, kufr é todo aquele que “não acredita em Allah e no seu mensageiro [Maomé]”. Para os muçulmanos, kufr são “todos aqueles que rejeitam algo que Allah ordenou acreditar, após a notícia disto chegar até ele, seja rejeitando-a em seu coração sem pronunciá-la, ou falando palavras de rejeição sem acreditar em seu coração, ou se fizer ambos; ou se ele fizer uma ação a qual é descrita nos textos quanto a colocar alguém fora dos limites da fé”.

Traduzindo em miúdos: Todo aquele que ouvindo uma única vez a mensagem do Alcorão, não se converter de imediato ao islamismo e não passar a praticá-lo, será considerado um kufr. E não é preciso para isso que a pessoa negue com os lábios, basta não afirmar a fé que já será um infiel, já será um kufr.

O autor da postagem, tomando por base a Sura 2:191 do Alcorão, concluiu dizendo o que fazer com os kufr: “Matai-os onde quer que os encontreis!”

Salman Abedi obedeceu. E nem foi preciso perguntar a Saffie Rose se ela cria ou não nas palavras do Alcorão. Ela estava num concerto mundano e isso era suficiente para torná-la uma kufr.

Publicado por: noticiasdesiao | 23 de maio de 2017

TRUMP NO MURO DAS LAMENTAÇÕES

TRINTA E NOVE HISTÓRICOS SEGUNDOS

Trinta e nove segundos foi o tempo que durou o contato solitário do Presidente dos Estados Unidos Donald Trump com o Muro das Lamentações. Em relação aos líderes norte-americanos, esta foi a primeira visita oficial de um presidente em exercício. Trump ficou cerca de 10 minutos na praça onde fica o Kotel, a parte que resta do antigo Templo dos Judeus.

Num gesto minuciosamente planejado – e ostensivamente fotografado –, Trump depositou um bilhete numa das fendas do milenar muro do Templo. Seu genro, Jared Kushner, e o secretário de Estado, Rex Tillerson, também tocaram a parede e fizeram braves orações.

Como parte da tradição judaica, no lado direito da praça sagrada, a primeira-dama Melanie Trump, orava na seção feminina acompanhada da filha do presidente, Ivanka – uma gentia convertida ao judaísmo – que estava visivelmente emocionada.

NOTÍCIAS DE SIÃO compartilha com seus leitores um vídeo deste momento histórico.

ANDS | AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Publicado por: noticiasdesiao | 22 de maio de 2017

DONALD TRUMP EM ISRAEL

OS ESTADOS UNIDOS TÊM “LIGAÇÕES INDESTRUTÍVEIS” COM ISRAEL

O Air Force One, avião oficial da presidência dos EUA, aterrissou no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv às 12:15 horas locais desta segunda-feira, 22 de maio. O Presidente Donald Trump e sua mulher Melania foram recebidos na pista pelo presidente israelense Reuven Rivlin e sua mulher Nechama, e ainda pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e respetiva mulher, Sara.

Uma das cenas mais emblemáticas da visita, foi o fato de que, contrariando o protocolo, as primeiras pessoas a desembarcar do Air Force One foram a filha de Trump, Ivanka, e o marido, Jared Kushner. Ambos são praticantes ativos do judaísmo e seus filhos estudam numa escola judaica de Nova York. Nunca na história da relação Israel-EUA aconteceu nada parecido.

Caminhando ao lado do seu anfitrião, antes que os hinos nacionais de ambos os países fossem tocados, de acordo com a agência Associated Press, Trump perguntou ao primeiro-ministro israelita: “Qual é o protocolo?” Acenando para as câmaras, Netanyahu respondeu: “Quem sabe?!”

Descontração total. Donald Trump chega em Israel mais como um amigo do que como um Chefe de Estado.

Trump realizará uma visita de 28 horas à região, nesta que é a segunda escala da primeira viagem internacional do presidente norte-americano, que chegou a Tel Aviv vindo diretamente da Arábia Saudita.

O chefe de Estado seguiu de helicóptero para Jerusalém, onde iniciou a sua agenda de trabalho numa reunião com o homólogo Reuven Rivlin e logo após se deslocará com a sua mulher, mas sem a presença de representantes do Estado israelense, numa visita à cidade velha de Jerusalém, e uma passagem pelo Kotel, local internacionalmente conhecido como Muro das Lamentações.

“Baruch boacha Adoni haNassi!” (“Seja bem vindo, senhor presidente!”)

ANDS | MSN | AP

Publicado por: noticiasdesiao | 4 de maio de 2017

HINO NACIONAL DA PALESTINA

A BALEIA AZUL DOS HINOS NACIONAIS

O Hino Nacional da Palestina trás embutido em si uma promessa de sacrifício final. Parece o tal Desafio da Baleia Azul, onde jovens e adolescentes submetem-se a 50 desafios, sendo que o desafio final é o suicídio. Assim como no macabro jogo digital, os versos finais do Hino da Palestina propõe àqueles que o entoam um sacrifício final: “Viverei como um fida’i, permanecerei um fida’i, terminarei um fida’i.”

Fida’i é uma expressão emblemática, pois traz embutida em si o sentido de sacrifício pessoal extremo, ou seja, a morte, o suicídio. O plural da expressão fida’i (فدائي) é fida’iyun (فِدائيّون), cuja tradução livre do árabe tem o sentido de “devoto”, “mártir” ou “aquele que se redime pelo sacrifício”. É o termo utilizado pelos terroristas suicidas, que dão suas vidas pela causa palestina ou, de forma mais abrangente, pela causa do Islã. Todo palestino, ao cantar o hino da sua suposta nação, faz um voto de terminar seus dias dando sua vida pela causa, morrendo através do suicídio. É uma espécie de desafio da baleia azul nacionalista.

O hino, que em árabe tem o nome de Biladi, foi escrito por Said Al Muzayin, cognominado Fata Al Thawra, e musicado pelo maestro egípcio Ali Ismael. Foi adotado pelo Conselho Nacional Palestino em 1996, de acordo com o Artigo 31 da Declaração de Independência da Palestina, de 1988.

Por 60 anos o Hino da Palestina foi o Mawtini, uma peça composta em 1934 pelo poeta árabe Ibrahim Touqan com melodia do egípcio Muhammad Fuliefil. Curiosamente, o Mawtini não fala de um país, embora naquela época a Terra de Israel fosse conhecida internacionalmente como Palestina. Para Tougan, Fuliefil e demais árabes nascidos na Palestina, a região era apenas “Mawtini”, ou seja, a sua “terra natal”.

Na época em que o primeiro hino da Palestina foi escrito, os árabes residentes na Terra de Israel não eram chamados de “palestinos”, mas sim de “árabes nascidos na Palestina”. Com a ascensão de Yasser Arafat ao poder e a posterior criação da Organização para Libertação da Palestina, Arafat não só inventou um “Povo Palestino” como lhes deu um novo hino. Saiu o velho hino, Mawtini (“Minha terra natal”), e entrou o novo, Biladi (“Meu país”), adotado até hoje.

Veja abaixo a íntegra da letra do Hino Nacional da Palestina e tire suas conclusões. Afinal, terão os fida’iyun, que entoam estes versos, intenções de fazer do Oriente Médio uma região pacífica?!

BILADI

Meu país, meu país, meu país
Minha terra, terra de meus ancestrais
Meu país, meu país, meu país
Meu povo, meu povo da eternidade.

Com minha determinação, meu fogo e o vulcão de minha luta
Com o anseio em meu sangue por minha terra e meu lar
Galguei as montanhas e combati nas guerras
Conquistei o impossível, cruzei as fronteiras.

Com a força do vento e o fogo das armas
E a determinação de minha nação na terra da contenda
Palestina é meu lar, Palestina é meu fogo
Palestina é minha vingança e a terra da perseverança.

Pelo voto sob a sombra da bandeira
Por minha terra e minha nação e pelo ardor do sofrimento
Viverei como um fida’i, permanecerei um fida’i,
Terminarei um fida’i – até que meu país regresse.

ANDS | INTERNET

NOTA: Neste artigo as palavras “palestinos” ou “Palestina” aparecem 19 vezes. Para conhecerem a política da ANDS sobre as terminologias utilizadas nas suas reportagens, sugerimos a leitura do artigo ISRAEL NÃO É PALESTINA E NÃO EXISTE UM POVO PALESTINO.

Publicado por: noticiasdesiao | 24 de abril de 2017

77 IMAGENS DO GUETO DE ŁODŹ

YOM HASHOAH E OS 77 ANOS DO GUETO DE ŁODŹ

Para os reducionistas o que passou, passou, ficar relembrando não faz sentido. Faz. O mal não relembrado nos coloca no risco de vê-lo repetido.

O TESTEMUNHO DE UM SOBREVIVENTE DO GUETO DE ŁODŹ

“No dia 1º de Maio de 1940 recebemos a trágica notícia: o gueto foi fechado, ninguém poderia entrar ou sair dali, sem ordem expressa alemã. Łódź foi o primeiro gueto europeu a ser fechado com arame farpado. Um bondinho ligava Łódź às cidades vizinhas. Passava no meio do gueto. A rua por onde ele passava estava cercada com arame farpado de ambos os lados e sobre ela passavam pontilhões que ligavam as duas partes do gueto. Muitas vezes vi os alemães praticando tiro-ao-alvo em direção aqueles pontilhões, mirando nos pedestres que por ali passavam. A cidade foi então incorporada ao Reich, recebendo o nome de Litzmannstadt, em homenagem ao general alemão que a conquistara na Primeira Grande Guerra. Encolhidos em nossos cubículos, invejávamos os judeus de outras cidades, principalmente aqueles que ainda continuavam livres. O gueto de Varsóvia ainda não tinha sido organizado.” (Henry Nekrycz Ben Abraham em “…e o mundo silenciou”)

UM CAFÉ DA MANHÃ SUI GENERIS

A mesa para o café da manhã estava posta. Esperei que Ben Abraham se sentasse e ele esperou por Miriam. Acomodados, Miriam retirou da bolsa uma pequena caixa e começou a organizar comprimidos coloridos sobre a mesa. Noutra circunstância talvez até achasse engraçada a cena, pois a profusão de cores e a quantidade de comprimidos pareciam saídas de um tubo de M&Ms. Não era. Era o reflexo das atrocidades que aqueles dois seres viveram ao longo de anos, durante a Segunda Guerra Mundial. Era o reflexo do que o antissemitismo fizera com aqueles dois frágeis corpos que tomavam café comigo naquela manhã.


Editor do Notícias de Sião entrevistando Ben Abraham

O episódio acima aconteceu numa das ultimas vezes que estive com Ben Abraham. Naquele mesmo dia, um pouco mais tarde, fui um dos jornalistas que o entrevistou para um programa de televisão. Na mesa redonda estava também outro jornalista, Plínio Bortolotti, que embora refute o título de negacionista – o que provavelmente não é – pelas perguntas dirigidas ao entrevistado mostrou-se ser um reducionista. Reducionistas são aquelas pessoas que acham que não se deve “explorar” as imagens da Shoah. Para os reducionistas o que passou, passou, ficar relembrando não faz sentido. Faz. O mal não relembrado nos coloca no risco de vê-lo repetido.

E é o que fazemos no dia de hoje, 24 de Abril de 2017: relembramos a Shoah. Em diversas partes do mundo a ação PAREMOS 1 MINUTO levará milhões de judeus a pararem tudo por um minto em homenagem aos 6 milhões de judeus mortos na Shoah, tentativa de extermínio popularmente conhecido por Holocausto.

E NOTÍCIAS DE SIÃO junta-se a todos os judeus e amigos de Israel não só através da hashtag #Paremos1Minuto como, numa homenagem a Ben Abraham, publicamos aqui 77 raríssimas fotos do Gueto de Łódź. O número 77 é uma alusão aos 77 anos do início do gueto, fato que se deu, conforme relato do próprio Ben Abraham, no dia 1º de Maio de 1940.

UM FOTÓGRAFO VISIONÁRIO E CORAJOSO


Henryk Ross fazendo selfie

Em 1940 além do futuro escritor e jornalista Ben Abraham havia na cidade de Łódź um fotógrafo chamado Henryk Ross. Judeu, Ross registrava com sua câmara atualidades a eventos esportivos. Em 1939, quando as forças alemãs invadiram e assumiram o controle de Łódź, no início da II Guerra Mundial, a única forma que Ross arranjou de sobreviver foi passar a trabalhar para o regime nazista, fazendo fotos que eram usadas na propaganda de Adolf Hitler no Departamento de Estatísticas. Mas Henryk Ross tinha uma missão pessoal secreta.

Sempre que tinha mais um trabalho de campo em Łódź, Henryk Ross aproveitava algum do seu tempo para documentar em segredo o quotidiano dos bairros judaicos por onde passava, pois havia naquela época cerca de mil bairros feitos pelos nazistas com o objetivo de confinar judeus, bairros estes que passaram a ser conhecidos como guetos. Os guetos nada mais eram do que polos concentradores de judeus, onde seus moradores podiam ser mortos das mais diversas formas, fosse pela privação de alimentos e execuções sumárias ou simplesmente triados para posteriormente serem encaminhados para campos de extermínio. À medida que a guerra se intensificava, Ross viu os residentes destes guetos serem deportados de forma contínua e progressivamente.

Ao sentir que esse também podia ser o seu destino, e como tinha arriscado muito ao tirar aquelas fotografias, começou a temer pela vida. Decidiu então guardar todas as imagens secretas numa caixa e, no inverno de 1944, enterrou-as junto à sua casa. Queria recuperá-las mais tarde e apresentá-las às gerações futuras “como provas dos crimes cometidos pelos nazistas contra a humanidade”.

Um ano mais tarde, quando o exército soviético libertou Łódź e o seu bairro, que com 200.000 pessoas era o segundo maior gueto da cidade, Henryk Ross voltou ao terreno antes ficava a sua casa para desenterrar as fotografias. Embora algumas tivessem sido destruídas pela água, outras estavam intactas e mostravam a realidade polonesa durante a II Guerra Mundial.

Algumas das fotos são chocantes e o acervo é hoje propriedade da Galeria de Arte de Ontário, no Canadá. NOTÍCIAS DE SIÃO partilha com seus leitores 77 destas fotos, num tributo silencioso aos 6 milhões de judeus assassinados nos campos de extermínio ou nas ruas e becos dos milhares de guetos espalhados por toda a Europa, guetos como os de Łódź, onde viveu Henryk Ross, onde viveu nosso amigo Ben Abraham. São imagens que publicamos não por prazer, mas sim por dever, pois não podemos permitir, jamais, que isso volte a acontecer, seja com o povo judeu ou com qualquer outro povo do mundo.

77 IMAGENS EXTREMAMENTE ESCLARECEDORAS DO GUETO DE ŁODŹ


Uma vista de acima da ponte da rua de Zigerska que mostra uma cabine da sentinela e as portas do gueto de Łódź. 1940.


Os edifícios do Gueto de Łódź em 1940


Um espantalho exibe o Magen (Escudo) de David, popularmente conhecido como a Estrela de David. 1940


Um homem resgata o Torá dos destroços de uma sinagoga na Rua Wolforska. 1940.


Jovens trabalham numa loja de artes, que era jocosamente chamada de “Ressorts”, em Łódź. 1940.


Na mesma loja, uma jovem dedica-se à costura. 1940.


Um judeu trabalha com o couro num dos “Ressorts”. 1940.


Duas mulheres deixam-se fotografar à janela. 1940.


Um homem entrega batatas no bairro judaico de Łódź, um dos poucos alimentos que se encontrava com menos dificuldade durante a II Guerra. 1940.


Uma festa tenta manter a esperança entre os judeus encurralados. 1940.


Um homem e um rapaz olham por uma janela. 1940.


Henryk Ross tirando fotografias para identificação do Departamento de Estatísticas nazista. 1940.


Crianças brincando nas ruas do gueto. 1940


Pessoas trabalhando na produção de pão, que era uma mistura de pouco trigo e muita serragem de madeira. 1940.


Outra imagem da mesma padaria, só que a confeccionar broas. 1940.


Uma criança num balanço montado à porta da sua casa. 1940.


Um sinal à entrada da área residencial dos judeus. Diz: “Judeus. Entrada proibida”. 1940.


Um homem caminha no inverno pelas ruínas da sinagoga destruída em 1939 pelos alemães. 1940.


Duas mulheres sentam-se na rua durante o início da II Guerra. 1941.


“Sopa para o Almoço”. Um grupo de homens come sopa junto a um edifício. 1941.


Um rapaz passa em frente à ponte na Rua Zigerska, chamada pelos residentes de “A Ariana”. 1941.


Duas mulheres observam a ponte na Praça Koscielyn, junto à Rua Zigerska. 1941.


Uma mãe segura o filho. O marido era um dos responsáveis pela organização no gueto, um tipo de policiamento instituído pelos alemães. 1941.


Um grupo de jovens, residentes em Łódź, alinha-se para foto. 1941.


Uma menina brinca no campo. 1941.


Crianças brincam no interior de uma casa e sorriem pela janela. 1941.


Crianças brincam à procura de pedras semi-preciosas num lago. 1941.


Uma mulher com a polícia junto a um arame farpado. 1942.


As pessoas mais doentes eram levadas diretamente para os campos de extermínio. 1942.


Homens arrastam uma carroça com pão confeccionados com serragem de madeira. 1942.


Polícia de Łódź encaminhando residentes para deportação. 1942.


Mulheres retiram as fezes dos residentes para serem enterradas no campo. 1942.


Um casal em dois momentos. 1942.


Uma enfermeira segura um bebê pouco antes de ser operado. Algumas deformações eram resultado de testes de “cientistas” nazistas, como Josef Mengele. 1942.


Corpos (e partes de corpos) no necrotério do gueto. 1942.


Prisão do bairro de Łódź na Rua Carnecki, um ponto de encontro para levar os judeus para os campos de extermínio. 1942.


Um policial judeu com a mulher e filho em Marysan. 1942.


Residentes do bairro esperam para serem deportados para os campos de extermínio. 1942.


Crianças levadas para o campo de extermínio de Kulmhoff. 1942.


Residentes organizam os seus bens deixados para trás depois da deportação para os campos de extermínio. 1942.


Um rapaz senta-se na terra em busca restos de comida. 1942.


Um homem doente deitado no chão. 1943.


Uma mulher sentada nas ruínas da sinagoga na Rua Wolborska. 1943.


Bebês deitados em cima de um colchão no chão de uma enfermaria. 1943.


Homens partem pedra na rua para construção. 1943.


Uma enfermeira dá comida a crianças num orfanato. Muitos tinham perdido os pais nos campos de extermínio. 1943.


Um grupo de mulheres com sacos e baldes passa ao lado das ruínas da sinagoga a caminho da deportação para os campos de extermínio. 1943.


Um homem escovando tecido numa fábrica. 1943.


Crânios e ossos no chão resultado das mortes nos campos de extermínio. 1943.


Uma mulher é fotografada perto do carro dos correios. 1943.


Baldes e pratos deixados para trás por habitantes de bairros, deportados para os campos de extermínio. 1944.


Uma fotografia quase destruída de uma garota sorridente. 1944.


Um casamento extremamente simples no gueto procurava dar um ar de esperança para os demais judeus confinados. 1944.


Judeus deportados para os campos de extermínio durante o inverno. 1944.


Um corpo para ser enterrado. Tem o número 54 na etiqueta. 1944.


Apresentação da peça “O Sapateiro de Marysan” na fábrica de sapatos da cidade. 1944.


Um grupo de judeus, trabalhadores forçados, a puxar cilindro usado na pavimentação de ruas. 1944.


Um cadáver abandonado no campo, já em estado de decomposição. 1944.


Uma deportação em massa dos residentes do bairro para os campos de extermínio. 1944.


Um rapaz entre a multidão. Todos estão a ser levados para campos de extermínio. 1944.


Fotografia de Stefania Schoenberg, mulher do fotógrafo Henryk Ross, à janela. 1944.


Uma criança vende produtos na rua. 1944.


Um cadáver é tirado do carro e levado para o necrotério. 1944.


Trabalhador de uma fábrica transporta palha para confecção de colchões. 1944.


Sob o olhar dos soldados nazistas e antes de sua própria execução: os poloneses condenados cavam seus próprios túmulos e os de outros já assassinados. 1944.


Judeus executados por enforcamento eram imagens diárias no gueto. 1944.


Mãe judia beijando o filho. Pouco tempo depois, ambos eram separados nos campos de extermínio. 1944.


Criança abandonada, provavelmente órfão, come alimento doado por judeus mais sensíveis. 1944.


Homem faminto caminha pelo gueto. 1944.


Um cadáver carregado através de uma multidão de residentes no gueto. 1944.


Jovem puxando carroça que transporta o caixão de um judeu morto. 1944.


Imagens da celebração da libertação da cidade já depois da guerra. 1945.


Um militar dá novas ordens logo a seguir à libertação de Łódź. 1945.


Depois de libertado o gueto de Łódź, Henryk Ross voltou para a sua casa e desenterrou os negativos das fotos que fizera ao longo de anos. As imagens reveladas provam as atrocidades nazistas contra os judeus. 1945.


Henryk Ross foi uma das testemunhas que depuseram durante o julgamento de Adolf Eichmann. Eichmann era o SS responsável pelo campo de extermínio de Dachau. Na imagem acima pode-se ver o procurador-chefe, Gideon Hausner ouvindo o testemunho de Ross. Depois de condenado, Eichmann foi executado por enforcamento na cidade de Ramla, sendo que até hoje foi a única vez que a pena de morte foi aplicada em toda a história do Moderno Estado de Israel. 1961.


David Ben Gurion cumprimenta Henryk Ross em Jerusalém em 1961.


Página do Álbum de Henryk Ross que possibilitou confirmar todas as atrocidades praticadas pelos nazistas no gueto de Łódź.

HENRYK ROSS | ANDS | ART GALLERY OF ONTARIO | OBSERVADOR

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