Antisemitismo

O tratamento desumano e doloroso dado a Lula da Silva


Václav Havel com a esposa Olga Olga Havlová antes de ser preso pelo regime comunista

Václav Havel, foi o primeiro presidente da Tchecoslováquia depois da queda do Muro de Berlin, era um grande amigo de Israel e sionista convicto. Havel foi um crítico do regime comunista que vigorava no seu país e por conta disso foi preso. Václav Havel foi um preso político. Na prisão, recebeu um tratamento desumano e hostil e nunca reclamou. Václav Havel foi um grande homem.

Luís Inácio Lula da Silva foi o 35º presidente do Brasil, era antissionista e não nutria nenhuma simpatia pelo Estado de Israel. Quando presidente, Lula da Silva apoiou o que resta de regimes comunistas e por conta disso foi preso. Não por suas posições políticas, mas sim porque para atingir os seus objetivos, Lula da Silva encabeçou um dos maiores esquemas de corrupção da história. Lula da Silva é um presidiário comum. Na prisão, recebe um tratamento diferenciado e privilegiado, mas mesmo assim reclama. Lula da Silva não foi, não é e nunca será um grande homem.


Autorizado a sair de sua sala na PF, Lula da Silva sorri no dia do funeral do neto.

Em janeiro de 1977, juntamente com centenas de intelectuais e artistas tchecos, Václav Havel assinou um manifesto, chamado Carta 77, onde acusava a os dirigentes da Tchecoslováquia de descumprir o Acordo de Helsinque sobre direitos humanos. Por conta disso, foi condenado e preso pelo regime comunista do seu país e passou 5 anos sujeito a terríveis trabalhos forçados. Václav Havel foi de facto um preso político.

Luís Inácio Lula da Silva nunca foi simpático a Israel e durante sua vida teve diversas atitudes antissionistas. Lula da Silva é um simpatizante incondicional do Comunismo. Em janeiro de 2003, com o apoio de centenas de intelectuais e artistas brasileiros, Lula da Silva implementou um sistema de corrupção que acabou por levá-lo para a cadeia. Lula da Silva é um preso comum.

Na semana passada, o jornal Folha de São Paulo, em cuja redação se reúne um núcleo de jornalistas simpatizantes do ex-presidente, mostrou numa reportagem as condições em que o presidiário cumpre sua pena.


Lula não está numa cela, mas sim numa sala. Na sala, que dispõe de uma pequena janela, tem à sua disposição uma Smart TV, uma cama confortável, uma mesa, quatro cadeiras e um banheiro privativo. Lula tem ainda à sua disposição, dentro da sala e não da cela, uma esteira elétrica, onde pratica exercícios assistindo, na Smart TV, filmes, programas de entretenimento e reuniões do Partido dos Trabalhadores. Todas as semanas, Lula da Silva recebe novas programações, através de uma pen-drive conectável à sua Smart TV.

O comunista Lula da Silva é um prisioneiro comum, um meliante com regalias, mesmo assim, Bia Lula, neta do presidiário, escreveu-lhe uma carta dizendo que acha “desumano e doloroso” vê-lo preso. Através das redes sociais, os políticos que o apoiam divulgaram a resposta do presidiário, naquilo que eles denominaram como “Carta do Presidente”. Nesta “carta”, o presidiário diz que ficou emocionado com o que a neta escreveu.

É triste ver o nível a que chegou a esquerda brasileira. Primeiro, por chamar de “carta” meia dúzia de garranchos mau articulados e pessimamente escritos; segundo, por considerar “desumano e doloroso” o tratamento VIP que o presidiário tem recebido.

Nos 5 anos em que ficou preso – numa prisão comunista – o democrata Václav Havel escreveu 145 cartas para sua esposa, Olga Havlová. Foram 145 CARTAS mesmo, cartas com C e todas as demais letras maiúsculas, e não bilhetes como a suposta “carta” do Lula.

Leia, a seguir, trechos de duas das cartas escritas por Havel e veja se há alguma comparação entre a forma como o comunista Lula é tratado numa prisão democrática e o modo como um líder democrata foi tratado numa prisão comunista.

Trecho da 115ª carta, escrita em 13 de fevereiro de 1982.

“Querida Olga (…) A semana passada foi um verdadeiro inferno: a combinação de dores de dentes com a estada na prisão é uma coisa horrível (uma ainda reforça o efeito da outra) que não destoaria no cortejo de desgraças de Jó.

Pela primeira vez desde maio de 1977, quando vocês me foram buscar da prisão preventiva, chorei (!) – não tenhas medo, ninguém viu.

Foi na altura em que mais me torcia com dores e em que não me autorizaram a deitar-me depois do trabalho. (Mais tarde consegui essa autorização.) É talvez uma atenuante o facto de eu não estar totalmente em mim e de a situação ser consideravelmente determinada por fatores meramente fisiológicos. Há pouco espetei uma agulha na gengiva; saiu um litro de pus e o dente deixou de me doer. A circunstância de eu ter esterilizado a agulha com uma chama e de estar a tomar penicilina dá-me a esperança de não vir a ter nenhuma septicemia, de não morrer até amanhã de manhã e de incomodar este mundo durante ainda mais algum tempo com a minha identidade.

Um beijo do teu Vasek

PS. Escrito no domingo, 14.2; até agora ainda não morri; só estou um pouco anestesiado por causa da penicilina e do resto.”

Íntegra da 145º carta, escrita em 30 de janeiro de 1983.

“Querida Olga.

No passado domingo, 23 de janeiro de 1983, por volta das três da tarde, fui acometido de um ataque particularmente violento, pelo que logo na segunda de manhã me levaram para a enfermaria para na sexta-feira – depois de complicadas negociações – me transferirem de ambulância para aqui, isto é, para o hospital prisional de Praga-Pankrac. Os primeiros dias foram horríveis. Tinha tanta febre que todo o meu corpo tremia e a cama tremia com ele. O peito, as costas, os rins e os ombros doíam-me tanto que não conseguia encontrar uma posição minimamente confortável. Movia-me com dificuldade e tinha, sobretudo, falta de ar. De cada vez que respirava, era como se recebesse um golpe doloroso. Tinha, permanentemente, fortes dores de cabeça e durante toda a semana estive incapaz de comer fosse o que fosse. Fiquei desidratado e sem conseguir dormir. Só na noite passada consegui recuperar um pouco.

Não me lembro de alguma vez na minha vida ter passado tão mal. Estava absolutamente convencido de que ia morrer. Pensava que o coração não iria aguentar e que eu morreria por sufocação. Pensei seriamente em escrever-te uma carta de despedida. Com as últimas instruções, claro. Mas depois foi a desilusão de me faltarem as forças para tal. Agora já estou melhor, só tenho ainda um pouco de febre. Ainda me doem o peito e as costas, mas dá para aguentar. Arrasto-me de um lado para o outro como uma velhinha alquebrada. O pior é a tosse ou qualquer movimento brusco. Não é costume comunicar-se o diagnóstico aos presos, pelo que o meu se manteve obscuro durante muito tempo. E, por isso, tive me contentar durante largo tempo com vagas indicações. Infecção pulmonar aguda combinada ora com uma infecção renal, ora com uma bronquite, ora ainda com uma pleurisia. Também se pôs a hipótese de ser tuberculose pulmonar.

A princípio só me deram aspirina, o que me pareceu inadequado. Na quarta-feira, depois de um exame radiográfico, já me receitaram antibióticos; uma dose cavalar de penicilina e de estreptomicina em injeções era o que eu me teria receitado, se pudesse, logo no domingo passado. Pela primeira vez desde que estou na enfermaria, apercebi-me claramente do que me falta. Fiquei de tal mameira afetado pelo percurso da ambulância, onde o estar deitado com algemas, como é obrigatório, me causou complicações de saúde, que provavelmente não entendi muito bem o que se passava. Trata-se, ao que parece, de uma infecção pulmonar complicada, sendo que o motivo principal da complicação um exsudado proveniente de um lugar qualquer do peito. Desde a minha anterior infecção pulmonar, em janeiro de 1980, quando estive na cadeia de Hermanice, tenho problemas de imunidade contra doenças de origem viral. Há muito que tenho consciência disso e procuro, em todas as ocasiões possíveis, chamar a atenção para o fato. Deste ponto de vista, lavar a roupa constituía um trabalho que me era particularmente adequado. Quando me deram outro trabalho para fazer, já sabia o que me ia acontecer.

Um beijo do teu Vasek.”

As cartas escritas por Václav Havel estão hoje sob a guarda do Museu de Literatura Tcheca da cidade de Praga. Do acervo constam 161 missivas escritas entre 1979 e 1983 e 11 cartas escritas em 1989. 145 destas cartas foram publicadas no livro “Cartas a Olga, Reflexões da Prisão”, editados em português pela Editora Livros do Brasil, de Lisboa. Os textos não relatam tudo o que aconteceu na prisão, pois as cartas eram lidas pelas autoridades comunistas antes de enviá-las aos destinatários. O controle era intenso e os censores não permitiam que os prisioneiros dessem detalhes de como era a vida na prisão nem sobre os trabalhos forçados aos quais os prisioneiros eram severamente submetidos.

Leia AQUI uma reportagem que mostra o quanto Václav Havel e a Tchecoslováquia foram amigos de Israel.

ANDS | FOLHA | CARTAS A OLGA

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1 resposta »

  1. ESTE SR LULA DA SILVA DESTRUIU OS SONHOS DE TODOS OS BRASILEIROS DE BEM
    ELE
    SEUS COMPARSAS E SUA FAMILIA
    QUASE DESTRUIRAM A PETROBRAS ,OS FUNDOS DE PENSAO DEIXANDO TODOS OS FUTUROS APOSENTADOS SEM futurO
    AINDA BEM QUE ELE NAO ESTA NAS JAULAS ONDE DEVERIA ESTAR

    Curtido por 1 pessoa

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