Publicado por: noticiasdesiao | 15 de junho de 2017

A DEMOCRACIA DERROTARÁ A AMÉRICA

A AFUNDAÇÃO DO CANADÁ

“Em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas.”

Numa rede social escrevi o seguinte comentário: “Em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas.” A frase surgiu depois que li uma declaração do primeiro-ministro canadense onde ele afirmava que “os cristãos evangélicos são o que de pior existe na sociedade canadense”.

Instalou-se a polêmica. Não pela frase do primeiro-ministro, mas sim pela minha conclusão.

“Por que?!”; “quero saber”; “pode explicar?”; “será por causa do frio?”; “informação ou opinião?”; “bola de cristal?!”, foram algumas das indagações.

Mas, houve também quem partisse para a ironia, para as indiretas, para as acusações, : “Comentário mais sem sentido”.“profetizou Nostradamus”; “mais reacionário impossível”; “xenófobo”.

Como demorei a responder, tome mais acusações e indiretas: “Quem devia responder se omite”; “estranho o silêncio”; “deve ter sido acometido por uma diarreia”…

Depois de algum tempo, e de uma amiga ter dito que eu estava devendo uma resposta, porque não via sentido no meu comentário, comecei a responder. Como a construção da resposta pareceu-me interessante, resolvi compartilhar no blog.

NOTA: O texto abaixo é uma resposta dada numa rede social, portanto não tem, evidentemente, uma estrutura jornalística.


Entre os valores reacionários e as perspectivas progressistas, fico com os primeiros.

DA CASA JUDAICO-CRISTÃ À MESQUITA ISLAMO-TERRORISTA DA PRADARIA

No meu comentário sugeri que “em 10 anos o Canadá será um dos piores países para se morar nas Américas”. Poderia ter expandido o conceito e ao invés de “piores países” poderia ter dito “piores lugares”, pois além dos 35 países que compõem as Américas, há no continente 27 outros territórios e dependências ligadas a países europeus. E dentre estes 62 lugares, o Canadá, para mim, será um dos piores para se morar daqui há 10 anos.

Não tenho bola de cristal nem a afirmação é uma especulação, trata-se de uma conclusão nascida de argutas observações. Posso estar errado? Claro, mas arrisco prognosticar.

É difícil dizer quando começa a débâcle canadense e muito menos quando eu comecei a observá-la. Há 10 anos, surgiu na televisão canadense uma sitcom chamada Pequena Mesquita da Pradaria (Little Mosque on the Prairie). Produzida pela CBC, a série, que foi ao ar de 2007 a 2012, mostrava situações engraçadas envolvendo o líder espiritual muçulmano Amaar Rashid e o reverendo anglicano Duncan Magee na fictícia cidade de Mercy. Numa clara alusão ao clássico Pequena Casa da Pradaria (Little House on the Prairie), a produção canadense soa-me hoje como profética.

A série americana Little House on the Prairie, transmitida na década de 1970 e que no Brasil chamou-se “Os Pioneiros”, mostrava como a cultura judaico-cristã foi espalhada por todo os Estados Unidos. Já a série canadense mostra como a cultura islâmica está sendo se espalhando por todo Canadá.

Em Little House on the Prairie vemos uma família nuclear, vemos cultura, vemos a Bíblia sendo lida em família, vemos os valores morais sendo apregoados. Já em Little Mosque on the Prairie vemos intriga, corrupção, o Alcorão sendo estudado, vemos a pregação a um ecumenismo rasteiro, onde o cristianismo é escarnecido e o islamismo é exaltado.


Equipe de Governo do PM Justin Trudeau: Politicamente correto, estrategicamente frouxo.

VALORES EM MUDANÇA

Mas, não basta abrir mesquitas para se implantar uma cultura tão radical como o islamismo, é preciso conivência do Estado. E o melhor que poderia acontecer para isso foi a chegada ao poder do fraquíssimo Justin Trudeau.

Da mesma forma que suspeito de técnicos de futebol que confiam mais na cor das calças que vestem do que nas técnicas que aplicam em campo, desconfio do político que monta seu gabinete focando mais em gênero do que em competência. Quando Trudeau apresentou sua equipe de governo bem divididinha, metade composta por homens, metade por mulheres, um negro aqui, um deficiente lá, um homo cá, um hétero acolá, aborígenes, sikhs, etc., na hora pensei: “Boa coisa não vai dar”.

Antes que eu seja criticado, é bom deixar claro que não tenho nada contra mulheres na política e nem pensem que suspeito da capacidade de um deficiente. Fui fã de Margaret Thatcher e tenho o maior respeito pelo que fez Franklin D. Roosevelt durante a II Guerra. O problema é que Trudeau focou mais no argumento da diversidade do que na competência para organizar o seu gabinete. Ao invés de destacar a capacidade dos escolhidos, quando lhe perguntaram porque tinha feito aquilo, ele simplesmente respondeu: “Porque é 2015”.

Para mim pareceu resposta de técnico do Palmeiras: “Por que achas que a sua equipe pode ganhar?” “Porque estou com calças cor de vinho!”

E como besteira pouca é bobagem, Trudeau começou a escancarar as fronteiras canadenses praticamente para um único segmento de imigrantes: os muçulmanos.

O Canadá, que já vinha há anos restringindo as manifestações judaico-cristã, não só passou a acolher os muçulmanos, como a eles não são feitas restrições alguma.

O judeu pode comemorar o Chanukah, desde que o faça de forma discreta; o cristão pode comemorar o Natal, mas desejar “Feliz Natal” ou usar músicas referentes ao tema não é permitido. Desejem “Boas Festas”, mas não “Feliz Natal” é a ordem.

Acontece que as práticas muçulmanas estão livres destas restrições. O Ramadan pode ser comemorado livremente. As cantinas das escolas não podem servir refeições kosher, mas os lanches hallal são obrigatórios. Alunos cristãos não podem manifestar publicamente sua fé, pois são proibidos até mesmo de levantar os olhos e as mãos para o céu após uma boa jogada esportiva, mas os muçulmanos podem lançar-se ao chão para suas rezas quando e de que forma quiserem.

Veja, na foto acima, o que acontece na escola pública de Valley Park, de Toronto. Todas as sextas-feiras os alunos recebem a visita do imã da mesquita próxima da escola. A foto mostra os alunos reunidos numa grande sala. Na parte da frente estão os meninos, afinal de contas eles são mais importantes; atrás dos meninos estão as meninas “normais” e atrás dessas as meninas menstruadas, que pelo estado em que se encontram são proibidas de rezar. E isso é apoiado pelo Governo que montou o mais politicamente-correto gabinete da história do Canadá.

Eu seria capaz de escrever horas e horas sobre o que está acontecendo no Canadá, mas isso não só tornaria enfadonho este tópico como não tenho mais saúde para ficar tanto tempo diante do teclado. Por isso vou pontuar algumas coisas.


Mesquitas, Madrassas e centros culturais islâmicos avançam por todo o Canadá.

SHARIA

A medieval lei islâmica está avançando rapidamente por todo o Canadá, tanto a nível nacional, provincial como local. Os governos provinciais do Canadá vem reconhecendo a Sharia de forma tácita, como, por exemplo, permitindo que homens muçulmanos possam estabelecer famílias baseadas na poligamia.

Em 2003, muçulmanos de Ontário tentaram fazer com que o governo provincial deixasse de lado as leis canadenses e implementassem a Sharia para todos os canadenses! Após um debate acalorado, o primeiro-ministro de Ontário negou a implementação da Sharia… pelo menos por enquanto.

Em 2008, o governo municipal de Edmonton, na província de Alberta, se tornou o primeiro no Canadá a negar o acesso de homens às piscinas públicas durante certas horas da semana, para que as mulheres muçulmanas possam cumprir as exigências da Sharia.

Em 2011, o governo municipal de Huntingdon, na província de Quebec, ofereceu uma moratória de impostos de propriedade por 1 ano para atrair residentes muçulmanos e construiu uma mesquita e um matadouro hallal num primeiro passo para o cumprimento das leis da Sharia.

Em uma pesquisa de 2011, 62% dos muçulmanos de Ottawa expressaram o desejo de viver sob as leis da Sharia. Sessenta e dois por cento!

Hoje já é possível ver policiais de hijab e há cidades onde as viaturas da polícia já vem com inscrições em árabe. Se as forças da lei serão ou não usadas para fazer cumprir a Sharia, não sabemos. Só o tempo poderá dizer.


O primeiro-ministro canadense é assíduo frequentador de mesquitas

POLÍTICA E SOCIEDADE

Em 2015, Justin Trudeau afirmou numa conferência que o Islã era “mais pacífico do que o Cristianismo”e que ele, que até então era cristão, preferia agora “identificar-se com o islamismo”. A oportunidade, Trudeau disse: “Depois de conhecer milhares de novos refugiados sírios, ouvir suas histórias e aprender mais sobre a fé muçulmana, aprendi a amar o Islã e as pessoas do Islã. O Islã promove a paz, não a violência e, de fato, é mais pacífico do que o cristianismo.”

Em 2017, Justin Trudeau disse que “os cristãos são a pior parte da sociedade canadense”.

Em 2017, Trudeau nomeou Ahmed Hussen, um muçulmano, como Ministro da Imigração.

Em 2017, o deputado cristão David Anderson, apresentou no Parlamento Canadense uma proposta de condenação “a todas as formas de racismo sistêmico, intolerância religiosa e discriminação de muçulmanos, judeus, cristãos, sikhs, hindus e outras comunidades religiosas”. A proposta foi rejeitada por 165 parlamentares enquanto 126 votaram a favor.

Já quando o deputado muçulmano Iqra Khalid apresentou, no mesmo Parlamento, uma proposta de condenação “à islamofobia”, a proposta foi aprovada por 201 deputados e rejeitada por 91.


Justin Trudeau rezando em uma mesquita de Quebec


Trudeau fazendo refeição hallal entre mçulmanos canadenses

DOIS PESOS

Quando um fanático não muçulmano atacou a Mesquita de Quebec, num pronunciamento emocionado, quase chorando, Justin Trudeau disse aos muçulmanos: “Nós os defenderemos, nós os amamos e nós lhes daremos todo nosso apoio”.

Mas quando os muçulmanos atacam cristãos ou judeus, os canadenses se calam. Num sermão feito no Centro Islâmico Andaluz de Montreal, o imam Sayed Al-Ghitawi, pediu a Allah para “destruir os judeus malditos” e elogiou os terroristas que investem contra os judeus. O que fez Justin Trudeau? Nada!

Vejam um trecho do sermão de Sayed Al-Ghitawi: “Oh Allah, dê vitória aos nossos irmãos que se envolvem na Jihad por seu bem [de Allah] em todos os lugares, oh senhor dos Mundos, oh Allah, dê vitória aos nossos irmãos que se envolvem na Jihad na Palestina. Oh Allah, conecte-se aos seus corações. Oh Allah, firme os pés. Oh Allah, firme os pés. Oh Allah, dê-lhes vitória sobre o inimigo. Oh Allah, destrua os judeus malditos! Oh, Allah, mostre-nos o dia negro que você inflige sobre eles. Oh Allah, faça que os seus filhos [dos judeus] fiquem órfãos e que suas mulheres fiquem viúvas.”


Militares islâmicas da marinha Canadense: Forças Armadas repletas de muçulmanos.

CONCLUSÃO: As projeções apontam que ao longo dos próximos 18 anos, a população muçulmana do Canadá ira mais do que TRIPLICAR. Se isso de fato se confirmar, duvido que o Canadá não se transforme num dos piores lugares para se morar em todas as Américas.

FONTE | ARQUIVOS ANDS

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Responses

  1. de pais em pais os filhos de alla vao dominando a todos
    depois irao tentar destruir israel
    mas o Deus de abraao isac e jaco ira mostrar seu poder

  2. Roberto bom artigo para abrir olhos de outros países e no nosso caso, o Brasil que vai receber imigrantes da Síria.

    Shalom

  3. Republicou isso em jesusavedme.

  4. Eu acredito que o mundo todo daqui a dez anos estará insuportável para se morar. Parece que existe um vírus contaminando as pessoas, tornando-as totalmente submissas aos ditames da elite global que quer transformar o mundo num caos.


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