Publicado por: noticiasdesiao | 14 de outubro de 2016

OS ANALFABETOS DA UNESCO

O TEMPLO DA CONCÓRDIA NÃO RECONHECE O MONTE DO TEMPLO. E DAÍ?

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Ícaro derrotado e símbolo falido apontam o futuro dos palestinos e até da própria UNESCO

UNESCO é o acrônimo da expressão inglesa United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization, ou seja, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. O organismo internacional, que fará 70 anos no próximo dia 4 de novembro e cuja sede fica em Paris, tem por objetivo “contribuir para a paz e segurança no mundo mediante a educação, a ciência, a cultura e as comunicações”. Segundo os estatutos da organização, que é ligada à controversa Organização das Nações unidas (ONU), seu principal objetivo é “reduzir o analfabetismo no mundo”.

Se o significado de analfabetismo é “ignorância completa, falta de instrução”, a UNESCO deveria, urgentemente, começar a alfabetizar os próprios membros daquela organização, pois reunidos em Paris na manhã desta quinta-feira, 13, representantes de 56 países resolveram que o Monte do Templo, no coração de Jerusalém, não tem nenhuma ligação com a história judaica.

Como é possível que uma cidade de 0,9 km², completamente cercada por muralhas, tendo como ponto mais alto uma área que ocupa 1/3 do território, não tenha qualquer ligação com o povo que nela reside?!

Pois bem, foi a esta conclusão que chegou os delegados dos países reunidos nesta quinta-feira em Paris. Se o propósito precípuo da organização é “reduzir o analfabetismo no mundo”, que comece entre seus próprios pares, pois o que aconteceu na capital francesa demonstra, cabalmente, que a maioria dos senhores e senhoras lá reunidos são analfabetos funcionais.

Aprovada por 24 votos favoráveis, 6 contra, 26 abstenções e duas ausências, a resolução foi proposta, é claro, pelos países árabes. O texto final faz menção a uma suposta “Palestina ocupada” e diz que tal ação pretende “salvaguardar a herança cultural palestina e o caráter distintivo de Jerusalém Oriental”. Israel é definido como um “poder ocupante”.

O martelo ainda não foi batido. A decisão tomada ontem será submetida à aprovação final do conselho executivo da entidade na próxima terça-feira, 18, mas tudo leva a crer que será definitivamente definitivamente referendada.

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O Templo dos Judeus será reconstruído. No lugar da Mesquita de al-Aqsa.

REAÇÕES

“Com esta decisão absurda, a UNESCO perdeu a legitimidade que antes tinha”, defendeu o chefe do Governo, Benjamin Netanyahu. Os Estados Unidos também já se mostraram críticos, afirmando que se opõem fortemente a estas resoluções.

Enquanto há milênios o ponto central de Jerusalém sempre foi, do ponto de vista histórico e arqueológico, definido como Monte do Templo, à partir do Século VII, DEPOIS DE CRISTO, passou a ser chamado de al-Aqsa ou Haram al-Sharif pelos muçulmanos.

“O teatro de absurdos na Unesco continua e hoje a organização adotou outra decisão delirante, que diz que o povo de Israel não possui conexão com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações”, lamentou Netanyahu.

Por sua vez, Nabil Abu Rdainah, porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmou que “esta é uma mensagem importante para Israel, que deve encerrar sua ocupação e reconhecer o Estado Palestino e Jerusalém como sua capital com seus locais sagrados muçulmanos e cristãos”.

Embora a decisão vá espalhar confusão e discórdia na região, ironicamente o logotipo da UNESCO representa a silhueta estilizada do Templo da Concórdia.

Localizada na Zona Arqueológica de Agrigento, na Sicília, as ruínas do Templo da Concórdia tem logo à sua frente uma imensa estátua de Ícaro derrubada no solo. Segundo a MITOLOGIA, Ícaro era filho de Dédalo e de uma escrava de Perséfone. Dédalo seria um descendente direto do próprio Zeus. Num rompante de loucura, Ícaro teria tentado deixar Creta voando, mas sua tentativa, frustrada, resultou numa queda que acabou por ceifar-lhe a vida nas águas do mar Egeu.

A imagem de um templo pagão destruído, contrasta com a esperança que todo judeu tem na reconstrução do seu Templo. A presença de Ícaro, derrotado, caído, mutilado, diante deste ícone falido que inspirou o logotipo da UNESCO, reveste-se de uma simbologia única. Os templos pagãos, tal qual a mesquita al-Aqsa dos muçulmanos, passarão. Os deuses pagãos, tal qual o Zeus de Ícaro, passarão. Mas o Templo dos Judeus e Seu Deus, jamais passarão.

Quanto aos representantes da UNESCO, deixo aqui uma paráfrase de Gary Trudeau: “A única coisa que separa os seus delegados do analfabetismo absoluto é a necessidade que ele têm de ler as indicações dos banheiros públicos.”

ANDS | REUTERS

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Responses

  1. Republicou isso em jesusavedme.

  2. Eu faço é mangar da Unesco!
    Decisão ridícula e risível!!


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