Publicado por: noticiasdesiao | 30 de julho de 2015

O LADO MAIS BELO DAS FDI

A FORÇA DA MULHER NA DEFESA DE ISRAEL

Liad Gad
Liad Gad, tailandesa, comanda 60 homens nas FDI!

Rebecca Karp acorda de madrugada, veste seu uniforme verde-oliva e começa mais um dia de serviço numa das bases das Forças de Defesa de Israel (FDI). Em meio a máquinas pesadas e trabalho duro, esta norte-americana nascida na Califórnia, costuma, carinhosamente, chamar o Exército de Lar.

Assim como Rebecca, as jovens Liad Gad e Elisheva Rubenstein também são imigrantes, também fizeram aliá e também servem ao país em unidades de combates que até pouco tempo eram dominadas apenas por homens.

Gad,18 anos, filha de pais israelenses, nasceu na Tailândia e tinha 15 anos quando seu irmão mais velho entrou para as FDI. Naquele momento ela não teve dúvidas de que seguiria os mesmos passos. Quando sua família mudou-se para Israel o desejo de servir o Exército tornou-se mais forte: “Desde que vivia na Tailândia eu queria entrar para o Exército. Meus pais apoiam as FDI e toda minha família serviu ao Exército. Eu sempre soube que um dia seria uma guerreira”, diz Gad com orgulho.

Elisheva Rubenstein
Elisheva Rubenstein, holandesa, sem família em Israel.

Elisheva tem 19 anos, é holandesa e fez aliá quando ainda era adolescente. Ao contrário de Liad Gad, Elisheva imigrou sozinha e faz parte daquele grupo de militares que em Israel são conhecidos como “soldados solitários”. Os soldados solitários são jovens que não tendo parentes em Israel, nos dias de folga e nas festas judaicas não têm uma casa para ir, não têm uma família para os acolher. “Eu queria participar de alguma mudança”, diz Elisheva. “Eu me sentia impotente por não fazer nada enquanto terroristas atacavam o meu país, eu sentia que tinha que vir e ajudar”.

Das três, Rebecca Karp é a que está há menos tempo em Israel, pois imigrou há apenas 1 ano. Três meses depois de chegar à Terra Santa ela deu uma pausa nos estudos universitários e ingressou nas FDI. Rebecca faz hoje parte de uma das unidades de frente das FDI, foi promovida ao posto de Sargento e comanda uma bateria da artilharia. “Quanto cheguei a Israel percebi que não podia fazer aliá sem entrar no Exército. Juntar-se ao exército e servir ao país faz parte do ser israelense. Se eu estava vindo para fazer aliá, eu tinha que juntar-me ao exército”, diz Rebecca.

Rebecca Karp
Rebecca, norte-americana, sargento do Exército de Israel.

Excetuando a Guerra da Independência, que aconteceu no final da década de 1950, as mulheres nunca fizeram parte das unidades de combate das FDI. Mas à partir de 1994, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu que algumas funções poderiam ser exercidas pelas mulheres soldados e à partir de 2000 elas foram autorizadas a servir na artilharia, na infantaria e em unidades de combate da marinha. 15 anos depois, e de acordo com fontes das FDI, elas já representam 33% do efetivo do Exército de Israel.

E o papel das mulheres nas Forças de Defesa de Israel não é meramente decorativo nem tampouco subestimado. A jovem tailandesa Liad Gad, por exemplo, comanda uma unidade composta por 8 mulheres e 60 homens!

Rebecca Karp, Liad Gad e Elisheva Rubenstein, três jovens soldados que não se intimidam diante daquilo que encontram pela frente.

“Nós gostamos de desafios, sabíamos desde o início que não seria fácil, é difícil sim, mas é muito gratificante”, disse Liad. “Eu acho o máximo ver rapazes e meninas trabalhando juntos”, completou Elisheva. “E eu não consigo me imaginar fazendo outra coisa, estou realmente feliz”, concluiu Rebecca.

Um trio de belas mulheres que representam o que Israel tem de melhor à serviço da pátria.

Roberto Kedoshim
O redator do Notícias de Sião junto a uma tropa das FDI

ISRAELFEED.INFO COM BASE EM ARTIGO DO JERUSALEM POST

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Responses

  1. Mulheres israelenses lutam nas IDF, mulheres árabes nem saem de casa direito… E adivinha quem as feministas defendem…
    Parabéns as IDF que provam que sim, as mulheres podem combater e possuem tanta coragem quanto um homem (embora com menos capacidade física, mas que nem é tão importante para os cenários assimétricos atuais), e parabéns as mulheres israelenses, dando uma prova de coragem e do valor feminino que “feminista-histérica-seminua” alguma consegue dar!


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