Publicado por: noticiasdesiao | 31 de março de 2015

ANONYMOUS OPERATION ISRAEL APRIL 7

HACKERS PROMETEM HOLOCAUSTO ELETRÔNICO

O grupo de ciberativistas Anonymous anunciou através de um vídeo postado no Youtube que voltará a atacar servidores, sites governamentais, militares, bancários e instituições públicas israelenses no próximo dia 7 de abril.

Anonymous Operation Israel April 7

ISRAEL VAI SER ATACADO E QUEM GANHARÁ COM ISSO É VOCÊ!

Os Anonymous prometem voltar a lançar um grande ciberataque contra Israel, criando um “holocausto eletrônico”, como medida de retaliação pelas ações de Israel nos autodenominados territórios palestinos.

“Estamos de volta, para castiga-los outra vez. Pelos seus crimes nos territórios palestinos, assim como fazemos anualmente a 7 de abril. Tudo o que vemos é agressão contínua, bombardeios, mortes e raptos do povo palestino, como aconteceu na última guerra contra Gaza em 2014”, diz o narrador escondido atrás da já famosa máscara utilizada pelo grupo anarquista.

Na mensagem em inglês, com legendas em árabe, os Anonymous prometem derrubar servidores, sites governamentais, militares, bancários e instituições públicas, na operação que se preparam para lançar, pelo terceiro ano consecutivo, uma semana antes do Yon HaShoah, o Dia da Memória do Holocausto, que é anualmente relembrado em Israel: “Vamos apagar vocês do ciberespaço, tal como fazemos todos os anos. 7 de Abril de 2015 será um holocausto eletrônico”, diz o hacker com uma voz cavernosa.

Um analista israelense dos serviços de informação desvaloriza o impacto que o ataque conseguirá, afirmando que de ano para ano, os danos que conseguem causar vem diminuindo. “Com o passar dos anos, e apesar da crescente sofisticação das técnicas de hacking, nós temos visto menos danos contra as ciberinfraestruturas israelenses, em grande parte devido ao pioneirismo de Israel na maior parte das táticas da ciber-guerra, tanto a nível ofensivo como defensivo”, afirmou Benjamin T. Decker, do Levantine Group, uma organização de consultadoria de riscos geopolíticos, em declarações à revista “Newsweek”.

O especialista em tecnologia e segurança da Universidade de Telavive, Issac Ben-Israel, realçou contudo que o número dos ciberataques contra Israel aumentou significativamente desde a operação defensiva lançada no verão de 2014 contra a Faixa de Gaza. “Em vez de 100 mil ataques que temos a cada dia, nós agora estamos a enfrentar um milhão de ataques diários vindos de todo o mundo árabe e muçulmano”, afirmou ao “The Times of Israel”.

A cada operação dos Anonymous – ou de qualquer outro grupo de hackers – Israel se fortalece! O submundo do cibercrime não ganha nada com isso, mas o cidadão honesto sim, pois a cada ataque deflagrado, Israel inventa uma maneira nova de se defender. E esta nova invenção, mais cedo ou mais tarde, acabará no seu computador, trabalhando na defesa da sua privacidade, da sua segurança, da sua liberdade.

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