Publicado por: noticiasdesiao | 5 de fevereiro de 2011

SELVAGERIA ISLÂMICA

ISLAMISMO EM PAÍSMODERADOFAZ MAIS UMA VÍTIMA

Adel Sidarus, um egípcio, professor da Universidade de Évora em Portugal, deu uma entrevista mostrando-se otimista em relação a possibilidade do grupo Irmandade Muçulmana assumir cargos importantes no novo governo que se instalará no Egito. Sidarus chamou o grupo de “moderado” e acha que eles não devem ser temidos pois “respeitarão a Lei Islâmica”.

Ora, e não é justamente aí que reside o problema? Os últimos posts do blog Notícias de Sião enfatizaram que a base “doutrinária” da Irmandade Muçulmana é esta: “Allah é o nosso objetivo, o Profeta o nosso líder, o Alcorão a nossa lei, a Jihad o nosso caminho e Morrer por Allah a nossa maior esperança”. Isso, por si só já seria razão suficiente para deixar os egípcios e seus vizinhos de cabelos em pé. Exagero? Em absoluto. Vejam um pequeno exemplo do que são capazes as “autoridades” de um país quando se firmam na “respeitosa” Lei Islâmica.

CRIANÇA ESTUPRADA POR PRIMO É CONDENADA PELO ISLAMISMO
E MORRE AO RECEBER AS 80 CHIBATADAS PREVISTAS EM LEI.

(Foto esquerda) Kiki Hanafilia, 17 anos, foi estuprada e chicoteada. Sobreviveu aos dois dramas. (Foto direita) Hena Begum, 14 anos, não teve a mesma sorte.

Uma adolescente de 14 anos morreu após ter recebido 80 chibatadas em Bangladesh, como punição por ter tido um relacionamento com um primo que era casado, divulgou neste sábado a BBC de Londres.

A sentença tinha sido decretada por um tribunal religioso na cidade em que a jovem vivia, Shariatpur, no sudoeste do país, a 56 quilômetros da capital, Daca.

Além de ter sido covardemente estuprada, Hena Begum foi acusada de ter mantido uma relação sexual com seu primo de 40 anos de idade, que era casado. Ele também foi condenado a receber cem chibatadas, mas conseguiu fugir.

A adolescente desmaiou enquanto recebia as chibatadas e chegou a ser levada para um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos, morrendo seis dias após ter sido internada.

O caso teve grande repercussão no país e provocou protestos de moradores de Shariatpur. Há relatos na mídia de Bangladesh de que Hena, na verdade, foi raptada e estuprada pelo primo.

O Imã Mofiz Uddin, o líder muçulmano responsável pela fatwah (sentença) contra Hena, e outras três pessoas foram presas. O caso está sendo investigado.

Atraídos por gritos de socorro de Hena, moradores locais chegaram a acudir a adolescente. Mofiz Uddine também se dirigiu ao local, juntamente com professores da Madrassa, a escola de ensinamentos islâmicos, da região.

Os jornais bengalis informaram que em vez de tomar uma ação contra o autor do estupro, os muçulmanos trancaram a jovem dentro de um quarto. No dia seguinte, o mesmo imã e representantes do Comitê da Sharia, o código de leis islâmicas, acusaram Hena de ter cometido atos de ”sexualidade imoral” fora do casamento.

Os muçulmanos disseram à polícia que Hena teria sido pega em flagrante quando mantinha relações sexuais com um morador do vilarejo.
Pessoas da família do primo casado também teriam espancado a adolescente, um dia antes da fatwa ter sido decretada.

Autoridades do vilarejo também exigiram que o pai da jovem pagasse uma multa equivalente a R$ 419.

Na quarta-feira, um grupo de moradores de Shariatpur foi às ruas em protesto contra a fatwa e contra os autores da sentença.

”Que tipo de justiça é essa? Minha filha foi espancada em nome da justiça islâmica. Se tivesse sido em um tribunal de verdade, minha filha jamais teria morrido”, afirmou Dorbesh Khan, o pai da adolescente.

Punições realizadas em nome da Sharia, a Legislação Sagrada Islâmica, e decretos religiosos foram proibidos em Bangladesh, país secular, mas de maioria muçulmana, desde o ano passado.

Comitês que obedecem princípios religiosos vêm se tornando influentes em diferentes países com população de maioria islâmica, mesmo sendo ilegais em muitos desses países.

A sentença contra Hena Begum foi a segunda morte provocada por uma sentença ligada à Sharia desde que a prática foi proibida pela Corte Suprema de Bangladesh.

Cerca de 90% dos 160 milhões de habitantes de Bangladesh são muçulmanos, dos quais a maior parte segue uma versão moderada do Islã.

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Responses

  1. Tá maluco. Quem quer morar num país desses. Deus me livre. Preferiria passar fome no Brasil do que morar em um país assim. Mas o caso tá fácil: Pega o Imã e devolve as 80 chibatadas com uma multa de mais 80 para ele ver o que é bom fazer com os outros. De preferência que o pai da menina seja o algoz da pena. Deus me proteja de nunca, nem em turismo, visitar uma país desses.

  2. Ela não foi condenada pelo islam, mas sim por uma interpretação do Al Quran pelos ditadores que comandam países.

    • Parvo! Se fosses cristão naturalmente serias um homem mais civilizado. Pois Jesus Cristo, mesmo no seu tempo, já era um democrata! E não tinha maus costumes: não era pedófilo, nem polígamo, nem usava espadas, nem era suicida…

  3. […] que falava da selvageria imposta pelas leis islâmicas. Na oportunidade, a mídia veiculou a trágica notícia da morte de uma adolescente submetida a uma pena aplicada por um tribunal islâmico. Depois de […]

  4. A Sharia é uma lei desumana e a sharia só esiste por causa do Islã e o Islã só esiste por causa de Maome

  5. País de bárbaros, monstros e assassinos! covardes! imundos! podres! não tenho palavras para demonstrar minha indignação com um povo dessa raça! pq as autoridades do mundo inteiro não se unem e acabem com esse câncer da humanidade? acho até que uma bomba atômica resolveria esse problema. antes eu era contra, hoje sou a favor! não da para continuar! essa religião, ou seita tem que acabar!

    • Concordo absolutamente consigo! O circulação do Alcorão (livro diabólico dos muçulmanos) devia já há muito ser proibida nos países civilizados, e interdito pela ONU, quando aliás, na Arábia Saudita é proibido o porte da Bíblia.


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